Script = https://s1.trrsf.com/update-1790713512/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Cidades

Publicidade

Suspeitos de envolvimento em furto a joalheria na Oscar Freire são presos

Caso ocorreu entre o fim de semana e a madrugada de segunda-feira, 12; joias foram localizadas com um dos investigados e vão passar por averiguação

13 out 2026 - 19h11
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
A Polícia Civil de São Paulo prendeu dois suspeitos pelo furto a uma joalheria na Rua Oscar Freire: um pedreiro, que abriu buracos nas paredes de imóveis vizinhos para acessar o local, e o receptador, com quem foram apreendidas peças valiosas. A ação ocorreu no fim de semana, durou mais de 24 horas e causou prejuízo estimado em R$ 5 milhões. Ambos confessaram o crime, que envolveu a invasão de lojas vizinhas, sabotagem de câmeras de segurança e o consumo de espumante pelo bando antes da fuga.

A Polícia Civil de São Paulo prendeu na tarde desta terça-feira, 13, dois suspeitos de envolvimento no furto a uma joalheria na Rua Oscar Freire, um dos endereços mais luxuosos dos Jardins, zona oeste de São Paulo. Duas lojas de roupa e um imóvel em obra também foram invadidos.

Os presos são um pedreiro que teria sido responsável por quebrar as paredes que levaram o grupo até a joalheria e um homem apontado como o principal receptador das joias.

Segundo balanço preliminar, foi encontrada e apreendida com esse segundo uma grande quantidade de joias, que ainda vai passar por averiguação (veja na imagem acima). Os dois confessaram envolvimento no crime, de acordo com a Polícia Civil. As defesas de ambos não foram localizadas.

Ao menos três criminosos foram flagrados nas dependências da joalheria, mostram as investigações. Como mostrou o Estadão, eles chegaram a abrir buracos nas paredes não só do estabelecimento que foi alvo da ação, como de duas lojas vizinhas e de uma obra na Rua Doutor Melo Alves.

O caso ocorreu entre o fim de semana e a madrugada de segunda-feira, 12. Durante as invasões, o grupo furtou cerca de R$ 5 milhões em joias e ainda bebeu um espumante.

O boletim de ocorrência aponta que o responsável pela obra relatou não só o sumiço de ferramentas, como a existência de imagens de câmeras de segurança que mostram a entrada de um dos suspeitos no local por volta das 16h de domingo.

O homem ainda relatou à polícia acreditar que a invasão tenha ocorrido entre a noite de sábado, 10, e a madrugada de domingo, 11, mencionando que comerciantes vizinhos teriam ouvido ruídos semelhantes aos de uma obra.

Como barulhos do tipo não eram tão atípicos por ali, eles disseram não ter suspeitado de irregularidades, o que deu mais tempo à gangue - os criminosos podem ter ficado mais de 24 horas nas dependências das lojas.

A hipótese principal é que, depois de acessar uma primeira loja de roupas a partir da obra, os ladrões violaram a parede divisória de um segundo estabelecimento. "Por fim, mediante novo rompimento de parede, conseguiram acessar o interior da joalheria", afirma o documento.

Conforme o B.O., a representante de uma das lojas afetadas disse à polícia que, apesar dos indícios de invasão, não constatou, em um primeiro momento, a subtração de produtos pertencentes ao estabelecimento.

Ainda assim, afirmou ter encontrado dois bonés desconhecidos no interior do imóvel. "Verificou, ainda, que indivíduos desconhecidos haviam consumido uma garrafa de espumante pertencente ao estabelecimento", aponta o documento.

No interior da joalheria, além de violarem gavetas e expositores, os criminosos teriam interferido no sistema de segurança, cobrindo equipamentos de monitoramento e levando o dispositivo responsável pelo armazenamento das imagens. Os criminosos teriam fugido por volta de 1h20 de segunda.

Estadão
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra