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Suspeito de matar jovem encontrada na Praia do Cassino é preso dois meses após o crime

Ismayne Cardoso Gonçalves, de 26 anos, foi encontrada morta na faixa de areia em julho

28 set 2026 - 07h54
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Resumo
Dois meses após o crime, a Polícia Civil prendeu temporariamente um homem suspeito de matar Ismayne Cardoso Gonçalves, de 26 anos, em Rio Grande (RS). A jovem foi encontrada morta na faixa de areia da Praia do Cassino em 18 de julho, após testemunhas ouvirem gritos. O caso é investigado pela Deam como feminicídio devido à violência empregada. A prisão visa garantir novas diligências e esclarecer as circunstâncias do crime. A identidade do investigado não foi divulgada pelas autoridades.

Um homem suspeito de envolvimento na morte de Ismayne Cardoso Gonçalves, de 26 anos, foi preso temporariamente na noite desta sexta-feira (25), em Rio Grande, na Região Sul do Rio Grande do Sul. A jovem foi encontrada morta na Praia do Cassino em 18 de julho, e o caso é investigado como feminicídio pela Polícia Civil.

Foto: Polícia Civil / Divulgação / Porto Alegre 24 horas

A identidade do investigado não foi divulgada pelas autoridades. A prisão foi determinada pela Justiça após as diligências realizadas pela Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) reunirem elementos que, segundo a Polícia Civil, apontam para uma possível participação do homem no crime.

De acordo com a investigação, a prisão temporária tem como objetivo garantir o andamento do inquérito e permitir a realização de novas diligências para esclarecer as circunstâncias da morte e reunir outros elementos sobre a possível participação do suspeito.

Ismayne foi encontrada sem vida na noite de 18 de julho, na faixa de areia da Praia do Cassino. Conforme relatos de testemunhas, gritos foram ouvidos na região. Algumas pessoas foram até o local e encontraram a jovem caída, já sem sinais vitais.

Desde o início da apuração, a Polícia Civil trabalha com a hipótese de feminicídio. A delegada Alexandra Perez Sosa havia informado que a linha de investigação foi adotada em razão da violência empregada contra a vítima.

Nos dias seguintes ao crime, os investigadores ouviram pessoas que conviviam com Ismayne e analisaram imagens de câmeras de segurança que poderiam ajudar na identificação do responsável. Um ex-namorado da jovem, que mora no Cassino, chegou a ser considerado entre as pessoas que seriam ouvidas, mas, naquele momento, a polícia afirmou não ter indícios de participação dele.

A Polícia Civil ainda não informou se o homem preso nesta sexta-feira está entre as pessoas ouvidas nas primeiras etapas da investigação. O caso continua em andamento para esclarecer a dinâmica da morte e determinar a eventual responsabilidade do suspeito.

Porto Alegre 24 horas
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