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Santos: 10 estivadores descumprem liminar e permanecem em navio

Trabalhadores devem sair da embarcação durante a tarde, afirmou o sindicato da categoria

12 jul 2013 - 10h43
(atualizado às 13h40)
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Ocupando desde a última quinta-feira o navio Maersk La Paz, no porto de Santos, litoral de São Paulo, 10 membros do Sindicato dos Estivadores da região devem sair da embarcação durante a tarde desta sexta-feira, conforme o secretário da entidade. César Rodrigues Alves afirmou que os trabalhadores cobram a retirada do navio do porto devido a supostas irregularidades praticadas pela empresa, que prometeu começar a deixar o local ao meio-dia. 

"O navio está trabalhando com mão-de-obra irregular, que nem sabemos de onde é. Quando chegamos para fiscalizar, ele interrompeu as operações. Embora e lei fale que a representação dos trabalhadores no porto é nossa e as empresas tenham a obrigação de discutir conosco, nada disso foi feito pela empresa. Ela contratou de maneira errada e contraria a lei", afirmou Alves.

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A Empresa Brasileira de Terminais Portuários (Embraport) conseguiu na Justiça uma liminar que obriga a retirada de membros do sindicato, mas dos 70 estivadores que ocuparam o terminal da empresa durante a greve geral de ontem, 10 resolveram permanecer.

A ocupação ocorreu através da travessia Santos-Guarujá. Para chegar até o terminal, manifestantes entraram como passageiros normais e invadiram três barcas e exigiram que os comandantes os levassem ao terminal. Eles se negaram e chamaram a Guarda Marítima. Após negociação, eles foram levados até o local.

"As atividades da Embraport estão voltando à normalidade. Está sendo feito levantamento sobre os danos causados pelos invasores à empresa e ao navio, e também se fará análise das imagens captadas pelas câmeras do sistema de segurança para a identificação de responsáveis. A empresa considera que a violência e agressão de que foi vítima atingem também, indiretamente, os mais de 500 trabalhadores já contratados pela empresa, e ameaçam comprometer mais de 1 mil outros empregos diretos que serão oferecidos ao longo dos próximos dois anos, todos com direito a carteira assinada e às vantagens e garantias oferecidas pela CLT", afirmou a Embraport, por meio de uma nota.

A embarcação veio de Hong Kong carregada de contêineres e é o terceiro navio a atracar na Embraport desde a inauguração do terminal privado. A ordem da Justiça era que os manifestantes deixassem o terminal e pagassem multa de R$ 50 mil. 

Fonte: Terra
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