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RJ: chuva cessa, mas rios da Baixada têm risco máximo de transbordamento

11 dez 2013 - 15h42
(atualizado às 16h22)
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A chuva cessou um pouco na região metropolitana do Rio de Janeiro por volta das 16h desta quarta-feira, mas o risco de transbordamentos de rios segue elevado, especialmente na Baixada Fluminense. O rio Sarapui segue em alerta máximo em três pontos diferentes, com pelo menos 80% do nível de transbordamento atingidos, segundo monitoramento do Instituto Estadual do Ambiente (Inea). Outros seis trechos de rios da região seguem em estado de alerta.

A prefeitura do Rio de Janeito informou que, com a melhora temporária das condições climáticas, o centro de operações do município determinou o desligamento, por volta das 12h20 de hoje, de todas as sirenes das comunidades que enfrentavam risco em decorrência das chuvas.

As sirenes de 49 comunidades foram disparadas a partir das 4h55 e os moradores orientados por agentes comunitários e da Defesa Civil a se dirigirem aos pontos de apoio. Um dos protocolos de acionamento dos equipamentos consiste no registro de 40 milímetros de chuva em uma hora, o que pode deixar a encosta vulnerável a deslizamentos.

A região mais atingida foi, segundo a prefeitura, a zona norte da cidade, onde, devido ao elevado índice de acumulado pluviométrico registrado nas últimas horas, o Sistema de Alerta e Alarme Comunitário foi acionado de forma preventiva, o mesmo também em Jacarepaguá, na zona oeste.

A Defesa Civil empregava, até as 16h10 desta quarta-feira, 70 agentes e 15 viaturas na operação. As equipes realizaram vistorias nas comunidades para verificar as condições estruturais dos imóveis das áreas de risco. Segundo a prefeitura, nas últimas 12 horas, foram registradas 213 ocorrências, sendo 119 por desabamentos e deslizamentos.

Chuva diminui no Estado

Em Bom Jesus do Itabapoana, no norte do Estado, o rio Itabapoana também tem a avaliação de risco de transbordamento. Nas demais regiões do Rio de Janeiro, os rios seguem em estado de atenção.

Por volta das 16h10, a chuva era fraca na capital fluminense. Em Nova Iguaçu, por exemplo, houve registro abaixo de 1 milímetro na última hora. Lá foi observado o maior volume na Baixada Fluminense. O município decretou estado de calamidade pública, e tem diversos pontos de alagamento. Nas últimas 24 horas, foram registrados 181,8 milímetros de chuva. Em Mesquita, a estação medidora do Inea observou 139,2 milímetros nas últimas 24 horas.

A medição do volume de chuvas é feito baseado em uma área de 1 metro quadrado. Portanto, quando se fala que choveram 200 milímetros, por exemplo, isso quer dizer que a água atingiu altura de 0,2 metros naquele espaço.

No ponto da capital fluminense medido pelo Inea, em Guadalupe, às margens do rio Acari, foram verificados 150,8 milímetros de chuva.

No norte fluminense, a estação de Ponte Paraoquena, na cidade de Santo Antônio de Pádua, teve o registro de 115,6 milímetros de chuva nas últimas 24 horas. Em Bom Jesus do Itabapoana, cujo rio corre risco alto de transbordar, foram observados 67,8 milímetros de chuva de ontem para hoje.

Na região serrana do Estado, que tem histórico de tragédias causadas pelas chuvas, os temporais foram mais tímidos. No bairro Corrêas, em Petrópolis, choveram 51,5 milímetros nas últimas 24 horas. Em Teresópolis, no bairro Comari, a chuva totalizou 48 milímetros de ontem para hoje. 

Com informações da Agência Brasil

Fonte: Terra
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