Mistério: Cadáver em avançada decomposição é encontrado sob muro caído a mais de 2 anos na Região Metropolitana de Porto Alegre
Cadáver em avançado estado de decomposição foi localizado próximo à RS-118; laudos periciais serão cruciais para identificação.
A Polícia Civil de Cachoeirinha investiga a descoberta de um cadáver em avançada decomposição, achado por um pedestre sob os escombros de um muro caído há mais de dois anos no bairro Jardim Betânia. Devido ao severo estado de deterioração dos restos mortais, a análise preliminar não identificou o sexo da vítima nem a causa da morte. As autoridades isolaram a área de mata e agora aguardam os laudos periciais do Instituto-Geral de Perícias para avançar na elucidação do caso.
A Polícia Civil de Cachoeirinha, assumiu a investigação de um caso intrigante registrado na tarde de segunda-feira (31 de agosto). Um cadáver, em estágio avançado de decomposição, foi descoberto em uma área de mata fechada no bairro Jardim Betânia. O local do achado fica em um ponto estratégico, nas proximidades do acesso à rodovia RS-118, região de intenso fluxo diário.
O registro da ocorrência se deu de maneira acidental. Um homem que passava pela Estrada dos Capistranos entrou na área de vegetação para realizar necessidades fisiológicas. Durante o trajeto, ele foi surpreendido por um forte odor vindo de uma estrutura desmoronada. Ao verificar a origem do cheiro, a testemunha visualizou partes de membros humanos, especificamente um braço e uma perna, que estavam prensados sob os escombros de um muro.
Imediatamente após a constatação, o homem retornou à via pública e conseguiu interceptar uma guarnição da Brigada Militar (BM) que realizava o patrulhamento de rotina no bairro. Os agentes confirmaram a presença dos restos mortais e providenciaram o isolamento imediato do perímetro. Durante o atendimento da ocorrência, moradores da região relataram aos policiais que a estrutura de alvenaria sobre o corpo já havia desabado há mais de dois anos.
O principal desafio das autoridades policiais neste momento é a identificação da vítima. Devido à deterioração severa do cadáver, a análise preliminar no local não conseguiu apontar o sexo, a identidade ou a causa do óbito, impossibilitando até mesmo confirmar ou descartar sinais evidentes de violência. O inquérito aguarda agora os resultados detalhados dos exames do Instituto-Geral de Perícias (IGP) para direcionar as próximas diligências investigativas.
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