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Mamonas Assassinas: banda pode virar nome de estação da CPTM em Guarulhos; entenda projeto

Texto avançou nesta semana em uma comissão na Alesp, que seguirá debatendo a proposta. Medida seria a primeira a homenagear um grupo musical

7 mar 2024 - 12h01
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A Comissão de Transportes e Comunicação da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo aprovou em caráter conclusivo a proposta que pretende nomear a atual estação Cecap da CPTM como "Cecap - Mamonas Assassinas" nesta semana. O projeto nº 460/2019 é assinado pelo deputado Jorge Wilson Xerife do Consumidor (Republicanos) e, segundo as justificativas do texto, busca homenagear a banda de Guarulhos.

"É inegável a identidade da cidade com o grupo musical de muito sucesso até os dias de hoje. Ao apresentarmos esta propositura pretendemos celebrar a alegria e homenagear os Mamonas Assassinas na cidade de Guarulhos e no Estado de São Paulo", defende o parlamentar no projeto.

Os integrantes da banda Mamonas Assassinas: Júlio Rasec (tecladista), Dinho (vocalista), Samuel Reoli (baixista), Bento Hinoto (guitarrista) e Sérgio Reoli (baterista)
Os integrantes da banda Mamonas Assassinas: Júlio Rasec (tecladista), Dinho (vocalista), Samuel Reoli (baixista), Bento Hinoto (guitarrista) e Sérgio Reoli (baterista)
Foto: Fernando Sampaio/ Estadão / Estadão

O texto tramita na Alesp desde 2019 quando foi publicado e segue agora para aprovação das demais comissões da casa. Se aprovada e sancionada, a alteração na estação da Linha 13-Jade será a primeira na malha ferroviária de São Paulo a homenagear uma banda.

Nome das estações

Os nomes de estações de trem e metrô de São Paulo podem ser alterados através de decretos ou projetos de lei aprovados e sancionados. O mais comum entre as mais de 100 estações é a homenagem a figuras da política do Estado, capital e cidades da região metropolitana.

Seis times do futebol paulista também são homenageados com as estações Corinthians-Itaquera, Palmeiras-Barra Funda, Santos-Imigrantes, São Paulo-Morumbi, Portuguesa-Tietê e Juventus-Mooca.

Em 2021, o Metrô de São Paulo iniciou ainda a modalidade de Naming Rights, onde é possível marcas se associarem ao nome das estações. O processo acontece através de licitações e, segundo o Metrô, tem concessão mínima de 10 anos.

Estadão
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