Justiça do Rio decide que ativistas responderão em liberdade
A Justiça do Rio de Janeiro decidiu na tarde desta terça-feira que 22 ativistas, acusados de usarem violência em manifestações no Rio de Janeiro, poderão responder em liberdade. Em decisão colegiada na tarde desta terça-feira, a 7ª Câmara Criminal manteve o habeas corpus concedido pelo desembargador Siro Darlan para os 22 ativistas. Darlan é o relator do caso na Câmara. No dia 24 de julho, três ativistas que estavam presos foram libertados: Igor D'Icarahy, Camila Jourdan e Elisa Quadros, a Sininho.
Apesar de poderem responder em liberdade, os 22 ativistas não poderão participar de manifestações, conforme determinou a 7ª Câmara Criminal. Eles também terão que comparecer regularmente à Justiça e não poderão sair do País. Os manifestantes respondem pelo crime de associação criminosa (formação de quadrilha).
A decisão foi tomada por unanimidade e beneficiou: Camila Aparecida Rodrigues Jourdan, Igor Pereira D’Icarahy, Elisa de Quadros Pinto Sanzi, Luiz Carlos Rendeiro Junior, Gabriel da Silva Marinho, Karlayne Moraes da Silva Pinheiro, Eloisa Samy Santiago, Igor Mendes da Silva, Drean Moraes de Moura Correa, Shirlene Feitoza da Fonseca, Leonardo Fortini Baroni Pereira, Emerson Raphael Oliveira da Fonseca, Rafael Rego Barros Caruso, Filipe Proença de Carvalho Moraes, Pedro Guilherme Mascarenhas Freire, Felipe Frieb de Carvalho, Pedro Brandão Maia, Bruno de Sousa Vieira Machado, Andre de Castro Sanches Basseres, Joseane Maria Araújo de Freitas, Rebeca Martins de Souza e Edgreisson Ferreira de Oliveira.