Homem é denunciado por feminicídio de professora e incêndio em Constantina
Laudo apontou que vítima morreu por esganadura; segundo a investigação, suspeito tentou destruir provas ao colocar fogo no imóvel.
O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) denunciou um homem de 52 anos pelos crimes de feminicídio, ocultação ou destruição de cadáver e incêndio em Constantina, no Norte do Estado. A vítima, uma professora de 43 anos, foi morta em 12 de julho de 2026. O acusado está preso desde quatro dias após o crime.
Conforme a investigação, o exame pericial apontou que a mulher morreu por asfixia provocada por esganadura. Depois do assassinato, o suspeito teria colocado fogo no imóvel onde o crime ocorreu com a intenção de modificar a cena e dificultar a atuação da perícia.
A vítima era ex-companheira do denunciado e conhecida na comunidade de Constantina. Segundo a promotora Carolina Zimmer, responsável pelo caso, o crime provocou comoção no município devido à brutalidade e às circunstâncias da morte.
Além do feminicídio, o Ministério Público acusa o homem de ter tentado ocultar ou destruir vestígios relacionados ao corpo da vítima e de provocar o incêndio no imóvel.
Com a denúncia, o processo segue para a análise da Justiça. O acusado permanece preso e poderá responder pelos crimes apontados pelo MPRS.
O Ministério Público informou ainda que permanece em contato com os familiares da vítima para oferecer acolhimento e acompanhamento durante o andamento do processo.
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