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Estudantes da UFRPE denunciam que restaurante universitário serviu refeições com lagartas

Estudantes da UFRPE denunciaram que o restaurante universitário (RU) serviu refeições com moscas, larvas, lagartas e até carne de porco com pelos.

26 set 2025 - 17h19
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Estudantes da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e do Colégio Agrícola Dom Agostinho Ikas (Codai), no bairro de Dois Irmãos, Zona Oeste do Recife, denunciaram que o restaurante universitário (RU) serviu refeições com moscas, larvas, lagartas e até carne de porco com pelos.

Refeição com lagarta na UFRPE.
Refeição com lagarta na UFRPE.
Foto: Reprodução/TV Globo / Portal de Prefeitura

A empresa responsável pela operação do RU assumiu a gestão há menos de um mês, após processo de licitação. Segundo a estudante Amanda Karaxu, a presença do que ela chamou de "objetos estranhos" começou a ser registrada há cerca de 14 dias.

A Vigilância Sanitária confirmou que recebeu denúncias sobre o restaurante e informou que fará uma fiscalização no local.

De segunda a sexta-feira, o RU serve cerca de 3,5 mil refeições entre almoço e jantar, com preços de R$ 3,50 e R$ 3, respectivamente, além de opções específicas para vegetarianos e pessoas com restrição alimentar.

À TV Globo, a reitora da UFRPE, Maria José de Sena, disse que tomou conhecimento das denúncias pelas redes sociais e contestou parte das reclamações.

"Como que a gente vai justificar um lagarto em cima, vivo, de um prato, de um pedaço de frango. 'Ah, pode ter vindo das folhas'. Não tem a menor possibilidade porque as folhas são trituradas. Como que iria se salvar aquela lagarta que estava ali em cima daquele prato?", declarou.

Sobre a suposta presença de orelha de porco em uma feijoada, a reitora afirmou que esse corte não faz parte da lista de compras do restaurante.

"De imediato, eu solicitei à empresa a nota de compra de insumos que diz respeito àquela feijoada, naquele momento. E a empresa não compra orelha de porco. Aliás, a única parte do porco que a empresa compra são os mocotós", completou.

A universidade informou ainda que instaurou uma sindicância e acionou a Polícia Federal para apurar os fatos, já que as universidades públicas estão sob jurisdição da União.

Portal de Prefeitura
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