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Caso Aguiar: família desaparecida há 40 dias não teve movimentação nas contas bancárias

Diante disso, os investigadores consideram improvável que a família esteja viva, já que não houve registros de transações financeiras nesse período

12 mar 2026 - 18h54
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A Polícia Civil investiga o desaparecimento de três pessoas da mesma família em Cachoeirinha, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Silvana Germann de Aguiar, de 48 anos, e os pais dela, Isail Aguiar, de 69, e Dalmira Aguiar, de 70, não são vistos desde os dias 24 e 25 de janeiro.

Foto: Reprodução/Rede Social / Porto Alegre 24 horas

Segundo a investigação, não houve qualquer movimentação nas contas bancárias das vítimas desde o desaparecimento, que já ultrapassa 40 dias. Diante disso, os investigadores consideram improvável que a família esteja viva, já que não houve registros de transações financeiras nesse período.

Silvana foi incluída na lista oficial de vítimas de feminicídio no Rio Grande do Sul em 2026. A principal linha de investigação aponta para feminicídio contra ela, além de duplo homicídio dos pais e ocultação de cadáver.

Buscas continuam sendo realizadas em diferentes pontos da Região Metropolitana. As ações mais recentes ocorreram em áreas de mata entre Cachoeirinha e Gravataí, além de trechos do Rio Gravataí.

O principal suspeito do caso é o policial militar e ex-companheiro de Silvana, Cristiano Domingues Francisco, que está preso temporariamente desde o dia 10 de fevereiro.

Com a prorrogação da prisão do suspeito, a Polícia Civil trabalha para concluir o inquérito do caso em até 30 dias.

Porto Alegre 24 horas
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