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Bolsonaro vai para unidade semi-intensiva após melhora em infecção, diz ex-primeira-dama

16 mar 2026 - 12h33
(atualizado às 15h35)
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O ex-presidente Jair Bolsonaro ‌foi transferido da unidade de tratamento intensivo do hospital DF Star, em Brasília, para a unidade de terapia semi-intensiva após melhora nos marcadores de infecção, disse nesta segunda-feira em publicação no Instagram a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

"Com ⁠a melhora dos marcadores da infecção, meu amor ‌foi transferido para a unidade semi-intensiva. Seguimos confiantes de que ele vai vencer mais este momento", escreveu ‌Michelle em story no Instagram.

Mais cedo, ‌em boletim médico, o hospital afirmou que ⁠Bolsonaro apresentou melhora clínica, mas disse que não havia previsão de ele receber alta da UTI.

"Apresentou melhora clínica e laboratorial nas últimas 24 horas, com recuperação da função renal e melhora parcial dos marcadores inflamatórios, denotando ‌resposta favorável à antibioticoterapia instituída", afirma o boletim médico.

"Segue ‌com suporte clínico ⁠intensivo e ⁠fisioterapia respiratória e motora. Não há previsão de alta da UTI ⁠neste momento."

Horas depois, no ‌entanto, a ex-primeira-dama ‌afirmou em sua rede social que Bolsonaro foi transferido para a unidade semi-intensiva.

Bolsonaro, de 70 anos, foi internado na semana passada depois de sofrer com ⁠febre alta e vômito na Papudinha, em Brasília, onde cumpre pena por tentativa de golpe de Estado imposta pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). O ex-presidente e sua defesa ‌negam que ele tenha tentado um golpe de Estado.

O ex-presidente foi diagnosticado com uma pneumonia bacteriana provocada ⁠por broncoaspiração. Em janeiro, Bolsonaro também foi levado para o hospital depois de sofrer uma queda na sala onde cumpria pena na Superintendência da Polícia Federal em Brasília antes de ser transferido para a Papudinha.

Bolsonaro passou por uma série de procedimentos médicos em dezembro do ano passado para tratar uma hérnia e crises de soluço. O ex-presidente foi esfaqueado no abdômen durante um evento de campanha em 2018 e tem um histórico de internações e cirurgias relacionadas ao atentado.

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