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Agressor entra na Lei de Segurança Nacional, diz deputado

Adélio Bispo de Oliveira foi enquadrado pela Polícia Federal na LSN, segundo o deputado federal Fernando Francischini

7 set 2018
13h55
atualizado às 13h56
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O agressor do candidato Jair Bolsonaro, Adélio Bispo de Oliveira, foi enquadrado pela Polícia Federal na Lei de Segurança Nacional (LSN), segundo relato do deputado federal Fernando Francischini (PSL-PR). Ele falou com a imprensa na tarde desta sexta-feira (7), em frente à sede da PF, em Juiz de Fora.

Adélio Bispo de Oliveira foi preso após atacar Bolsonaro
Adélio Bispo de Oliveira foi preso após atacar Bolsonaro
Foto: Reprodução/Facebook / Ansa

"Ele foi indiciado na Lei de Segurança Nacional, no Artigo 20, já que a motivação dele, que assumiu no depoimento do auto de prisão em flagrante, foi motivação política e religiosa. Agora queremos saber se esta motivação teve auxílio, apoio ou se houve um mandante intelectual para essa ação", disse Francischini.

O deputado, que é líder do PSL, anunciou que vai fazer um pedido para que Adélio fique em prisão preventiva em um presídio federal, pois teme que ele possa aparecer morto, em uma queima de arquivo.

O agressor vai ser ouvido, às 16h, na Justiça Federal de Juiz de Fora, quando será determinado o seu destino. Segundo Francischini, não houve falha da PF, ao permitir que o agressor se aproximasse armado do candidato.

"A segurança foi efetiva. Foi graças à ação rápida da PF que ele está vivo. O desvio da faca por um braço foi de um policial federal, que evitou que a facada pudesse ter sido diretamente no coração. A PF agiu dentro do que era necessário para salvar a vida dele", destacou o deputado.

A PF ainda não se pronunciou sobre o indiciamento de Adélio reportado por Francischini.

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Agência Brasil Agência Brasil

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