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Boletim médico aponta piora na função renal de Jair Bolsonaro em Brasília

Ex-presidente segue internado em UTI para tratamento de broncopneumonia bacteriana; marcadores inflamatórios registraram elevação neste sábado

14 mar 2026 - 17h06
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O estado de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou alterações nas últimas 24 horas, de acordo com o boletim médico divulgado pelo hospital DF Star, em Brasília, neste sábado (14). Embora o quadro geral seja considerado estável, os exames laboratoriais indicaram uma piora nas funções renais e a elevação de marcadores inflamatórios. De acordo com o g1, Bolsonaro permanece na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para o tratamento de uma broncopneumonia bacteriana.

Jair Bolsonaro
Jair Bolsonaro
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil / Perfil Brasil

A equipe médica informou que o paciente mantém o protocolo de antibióticos e hidratação por via endovenosa, segundo o g1. O tratamento inclui ainda fisioterapia respiratória e motora, além de medidas preventivas contra trombose venosa. Segundo a nota oficial, não há previsão de alta da UTI. O ex-presidente está consciente, consegue se comunicar e não houve necessidade de procedimentos de intubação.

A hospitalização ocorreu na manhã de sexta-feira (13), após o ex-presidente relatar febre, náuseas e calafrios. O cardiologista Leandro Echenique afirmou que houve uma estabilização inicial e melhora no desconforto respiratório após as primeiras oito horas de atendimento, mas ressaltou que o quadro ainda demanda vigilância rigorosa.

Registros da Polícia Militar indicam que Jair Bolsonaro não apresentava queixas na noite de quinta-feira (11), mas o mal-estar teve início durante a madrugada na unidade prisional. Diante do agravamento dos sintomas, foi autorizada a remoção para a unidade hospitalar privada na capital federal.

Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. Desde janeiro, ele ocupa uma sala de Estado Maior no 19º Batalhão da Polícia Militar, em Brasília, local para onde foi transferido a pedido de sua defesa por oferecer suporte de fisioterapia e assistência médica 24 horas.

Este é o terceiro registro de necessidade de atendimento médico desde o início da detenção:

  • Setembro de 2023: Atendimento por vômitos e queda de pressão arterial em prisão domiciliar.

  • Janeiro de 2024: Internação após queda e mal-estar na Superintendência da Polícia Federal.

A defesa do ex-presidente reiterou pedidos de conversão da pena para prisão domiciliar, alegando fragilidade clínica. Contudo, as solicitações foram indeferidas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão fundamenta-se em laudos de uma junta médica da Polícia Federal, que atestou a viabilidade da manutenção da custódia na unidade prisional, desde que garantida a assistência necessária.

Perfil Brasil
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