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Saiba o que aconteceu de mais importante no Brasil e no mundo no fim de semana e comece o dia bem informado:
MPF defende que Adélio vá para instituição psiquiátrica
O Ministério Público Federal (MPF) enviou parecer à Justiça em que defende que Adélio Bispo de Oliveira, autor do atentado à faca contra o presidente Jair Bolsonaro na campanha eleitoral de 2018, seja transferido do Presídio Federal de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, para uma unidade psiquiátrica em Minas Gerais. No ano passado, a Justiça Federal em Minas entendeu que o autor do atentado tem uma doença mental e não poderia ser punido criminalmente com uma eventual pena de prisão. Após essa decisão, ele foi transferido para o presídio federal em Campo Grande. Contudo, o MPF é contra a permanência de Adélio no presídio por falta de aptidão do local em promover a execução da medida de segurança imposta na sentença. Além disso, essa manutenção dele em uma penitenciária afronta a lei.
MEC veta promoção e hora extra em universidades federais
O Ministério da Educação (MEC) determinou às universidades e institutos federais de todo o País que não paguem aos professores horas extras, adicional noturno e até aumento de salário por progressão na carreira - ou qualquer ato que resulte no aumento de despesas com servidores ativos e aposentados. Os reitores afirmam que a determinação atinge diretamente as atividades de ensino e pesquisa e pode levar a uma série de ações judiciais, pois fere direitos dos professores e funcionários.
Governador da Bahia volta a criticar Bolsonaro
O governador da Bahia, Rui Costa (PT), publicou em sua conta do Twitter nesta segunda-feira, 17, que quer "governar em paz, mesmo sem apoio do Governo Federal". "Se não vai ajudar, pelo menos me deixe trabalhar em paz", escreveu o governador. A frase também foi dita pelo petista durante a transmissão semanal ao vivo do programa Papo Correria no YouTube. Os atritos entre o governador baiano o presidente da República, Jair Bolsonaro, ganharam novos contornos no último fim de semana, quando Bolsonaro disse que governo da Bahia "mantém fortíssimos laços" com bandidos e que a "PM da Bahia, do PT" era responsável pela morte do ex-capitão do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar do Rio de Janeiro, Adriano da Nóbrega.
OAB vai ao CNJ após Bretas participar de evento com Bolsonaro
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Felipe Santa Cruz apresentou reclamação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra o juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, responsável pela Operação Lava Jato fluminense. A ação é movida após o magistrado participar de um evento gospel que contou com a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro, e o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivela. Bretas também foi mencionado em ofício enviado pela Procuradoria Regional Eleitoral do Rio de Janeiro ao Ministério Público Estadual em pedido de abertura de procedimento investigatório eleitoral relacionado ao mesmo evento, realizado no último sábado, 15.