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Buscas por piloto dos EUA abatido sobre o Irã entram no 2º dia

4 fev 2026 - 04h30
(atualizado em 4/4/2026 às 16h26)
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Teerã e Washington correm para encontrar tripulante de caça abatido que segue desaparecido em território iraniano. Acompanhe o conflito.

Buscas por tripulante de F-15 abatido sobre o Irã entram no segundo dia

Irã oferece recompensa pela captura de tripulante dos EUA

Irã autoriza trânsito de produtos essenciais e ajuda humanitária no Estreito de Ormuz

Número de mortos em invasão israelense no Líbano passa de 1.400

Trump renova ultimato para que Irã libere completamente trânsito no estreito de Ormuz

Irã diz que mais de 30 de suas universidades foram alvo de ataques desde o início da guerra

Acompanhe abaixo os desdobramentos dos ataques dos EUA e de Israel ao Irã, em 28 de fevereiro, que mataram o líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, e vários chefes militares, desencadeando o atual conflito no Oriente Médio:

Buscas por piloto abatido no Irã entram no segundo dia

Forças do Irã e dos Estados Unidos procuram neste sábado (04/04) um tripulante do primeiro caça americano derrubado sobre território iraniano desde o começo da guerra.

Teerã afirmou que derrubou um caça F-15, e a imprensa americana reportou que forças especiais dos Estados Unidos haviam resgatado um dos tripulantes.

As Forças Armadas do Irã também afirmaram ter derrubado um avião americano A-10 sobre as águas do Golfo Pérsico, e veículos dos Estados Unidos indicaram que neste caso o piloto foi resgatado.

O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom), responsável pelas operações militares no Oriente Médio, não comentou a perda do F-15, mas a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, comunicou que o presidente Donald Trump estava ciente do ocorrido.

Trump afirmou ao canal NBC que a perda do avião não afetaria negociações com o Irã.

Um porta-voz do comando operacional central das Forças Armadas iranianas informou que "um caça americano hostil foi atingido e destruído no espaço aéreo do centro do Irã".

Um repórter da TV oficial iraniana anunciou aos moradores da região que, "se capturarem vivos o piloto ou os pilotos inimigos e os entregarem às forças policiais e militares, receberão uma recompensa valiosa".

Os Estados Unidos já reportaram a destruição de vários de seus aviões durante as operações no Irã, mas antes do episódio de sexta-feira, as perdas haviam sido registradas sobre o território de países da região, como Iraque e Kuwait.

Irã autoriza navios do Iraque a passar pelo estreito de Ormuz

As forças armadas iranianas anunciaram nesta sábado (04/04) que os navios do Iraque podem passar pelo estreito de Ormuz, a via navegável praticamente bloqueada pelo Irã desde o início dos ataques de Israel e dos Estados Unidos.

"Anunciamos que o Iraque, o nosso país irmão, não está sujeito às restrições que impusemos ao estreito de Ormuz e que estas restrições se aplicam apenas aos países inimigos", disse o porta-voz do comando das forças armadas iranianas, Ebrahim Zolfaghari, citado pela televisão estatal.

O estreito de Ormuz é uma passagem estratégica do mercado mundial de petróleo e gás natural.

Antes do anúncio das forças armadas iranianas, o presidente dos Estados Unidos disse que o Irã tem "48 horas" para chegar a um acordo ou reabrir o estreito de Ormuz, dizendo que ia "fazer recair "o inferno" sobre o país no golfo Pérsico.

"Lembram-se quando dei ao Irã 10 dias para CHEGAR A UM ACORDO ou ABRIR O ESTREITO DE ORMUZ. O tempo está terminando - 48 horas até que o inferno recaia sobre eles. Glória a DEUS", escreveu Donald Trump.

jps (Lusa)

Número de mortos por ofensiva de Israel no Líbano sobe para 1.422

O número de mortos pela ofensiva aérea e terrestre de Israel no Líbano subiu neste sábado para 1.422, e o de feridos para 4.294 desde o último dia 2 de abril, informaram fontes oficiais.

Apenas nas últimas 24 horas, os ataques israelenses mataram 54 pessoas e deixaram 156 feridas, indicou o Centro de Operações de Emergência, pertencente ao Ministério da Saúde Pública do Líbano.

Do total de vítimas, 126 são menores de idade, o que representa 8,9%, enquanto 93 são mulheres, ou seja, 6,5%.

Além disso, as dezenas de ataques perpetrados no último mês contra alvos de saúde já deixam 53 profissionais mortos e 142 feridos, segundo os últimos dados divulgados pelo departamento.

Israel mantém uma intensa campanha de bombardeios contra o sul e o leste do Líbano, assim como contra os subúrbios do sul de Beirute, um conflito que forçou mais de um milhão de pessoas a abandonar suas casas.

Além disso, as Forças de Defesa de Israel estão envolvidas em intensos combates com o grupo xiita libanês Hezbollah em vários pontos do sul do país, onde tenta estabelecer uma zona tampão que se estenda da fronteira de fato até o rio Litani.

JPS (EFE)

Israel confirma morte de soldado por "fogo amigo" no sul do Líbano

As Forças de Defesa de Israel (FDI) confirmaram neste sábado (04/04) a morte "por fogo amigo" de um soldado no sul do Líbano, o que eleva para ao menos 11 o número de militares do país mortos desde março neste país vizinho, quando o Hezbollah entrou na guerra que Israel e Estados Unidos iniciaram contra o Irã.

O soldado foi identificado pelas FDI como Guy Ludar, de 21 anos e natural de Yuvalim, que morreu após ser baleado por engano por outro soldado israelense, segundo uma investigação militar preliminar que situa o ocorrido nesta madrugada na cidade libanesa de Shebaa, onde os militares se preparavam para prender um suspeito de ajudar o Hezbollah.

Segundo o comunicado oficial, Ludar caiu "em combate" no sul do Líbano, onde Israel mantém uma invasão terrestre e tem repetido que vai ocupar todo o sul do país até o rio Litani, além de ordenar a destruição de casas libanesas próximas à fronteira e a expulsão de centenas de milhares de pessoas.

No Líbano, os ataques aéreos e terrestres de Israel já deixaram mais de 1,4 mil mortos, entre eles 126 crianças, segundo os dados divulgados neste sábado pelo Ministério da Saúde libanês, além de cerca de 4,3 mil feridos.

Somente nas últimas 24 horas, os ataques israelenses mataram 54 pessoas e deixaram 156 feridas, indicou o Centro de Operações de Emergência, pertencente ao Ministério da Saúde Pública do Líbano.

Além disso, as dezenas de ataques perpetrados no último mês contra alvos de saúde já deixaram 53 profissionais da área mortos e 142 feridos, segundo os últimos dados divulgados pelo departamento.

jps (EFE)

Irã relata ataques contra empresas petroquímicas em Mahshahr

O Irã informou neste sábado (04/04) sobre ataques contra várias empresas petroquímicas na cidade de Mahshahr, no sudoeste do país, um dos principais centros industriais iranianos, em um novo episódio da escalada militar no 36º dia de guerra.

"Por volta das 10h45 (hora local) da manhã deste sábado, como consequência de um ataque do inimigo americano e sionista, algumas empresas situadas na zona econômica especial petroquímica foram atingidas", anunciou o departamento de relações públicas da Organização da Zona Econômica Especial Petroquímica, segundo relatou a agência de notícias iraniana Irna.

A organização, que não registrou mortos ou feridos, indicou que o ataque provocou um incêndio em algumas dessas instalações, que foi posteriormente controlado e totalmente extinto pelas equipes de emergência.

Além disso, assinalou que o bombardeio afetou várias companhias do complexo industrial, entre elas partes das petroquímicas Fajr 1 e 2, Karun, Razi e Bandar Imam.

O complexo petroquímico de Mahshahr é um dos principais centros industriais do país, fundamental para a produção e exportação de produtos derivados do petróleo.

Este ataque se soma a outros registrados contra infraestruturas estratégicas iranianas no decorrer da guerra, entre elas as principais fábricas de aço do Irã: as siderúrgicas de Mobarakeh, em Isfahan (centro), e a siderúrgica do Khuzistão (oeste).

jps (EFE)

Rússia condena contra central nuclear no Irã que deixou um morto

A Rússia condenou neste sábado (04/04) um ataque à central nuclear de Bushehr, no sul do Irã, onde trabalham funcionários russos, muitos dos quais tiveram de ser retirados. A ação militar provocou uma morte.

"Condenamos veementemente esta ação mortal", declarou a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, em comunicado.

Além disso, a porta-voz exigiu o fim imediato dos ataques às instalações nucleares iranianas, incluindo a Bushehr.

Um ataque americano e israelense atingiu esta manhã a zona da central nuclear de Bushehr, deixando um morto, mas sem danificar as instalações, noticiou a agência iraniana Irna.

"Na decorrência dos ataques criminosos americano-sionistas, na manhã (...), um projétil atingiu uma zona próxima da central nuclear de Bushehr, no sudoeste", disse.

A Irna acrescentou que um agente de segurança iraniano morreu, ao mesmo tempo que precisou que nenhum dano tinha ocorrido nas instalações.

jps (Lusa)

EUA prendem parentes do falecido general Qassem Soleimani

Autoridades americanas prenderam dois parentes do general iraniano Qassem Soleimani, assassinado em um ataque americano em 2020, que residiam nos Estados Unidos.

O Departamento de Estado afirmou em comunicado que revogou as autorizações de residência de uma sobrinha e de uma sobrinha-neta de Soleimani, o que possibilitou as prisões.

"Na noite passada, a sobrinha e a sobrinha-neta do falecido major-general da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, Qassem Soleimani, foram presas por agentes federais após o secretário de Estado Marco Rubio ter revogado seu status de residentes permanentes legais (LPR, na sigla em inglês)", diz o comunicado.

jps (DW)

Trump diz que o Irã tem 48 horas para fechar acordo ou EUA vão desencadear "inferno" sobre o país

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse neste sábado (04/04) que o Irã tem 48 horas para selar um acordo que garanta a reabertura do Estreito de Ormuz. Do contrário, segundo Trump, o Irã arrisca enfrentar um "inferno".

"Lembram-se de quando dei ao Irã dez dias para FECHAR UM ACORDO ou ABRIR O ESTREITO DE ORMUZ?", escreveu Trump na rede Truth Social, referindo-se ao seu ultimato emitido em 26 de março.

"O tempo está se esgotando - 48 horas antes que o inferno recaia sobre eles", disse o presidente, acrescentando: "Glória a Deus!"

Jps (AFP)

Preços de gás e eletricidade sobem na Turquia por causa da guerra

Os preços da eletricidade e do gás na Turquia tiveram um reajuste de cerca de 25% na Turquia, impactados pela guerra no Oriente Médio.

O anúncio foi feito na sexta-feira (03/04) pela Autoridade Reguladora do Mercado da Energia (EPDK), responsável pela supervisão do setor, que detalhou que os preços na eletricidade aumentaram em média 25% para clientes particulares e que o gás teve um aumento semelhante.

O preço médio de 100 quilowatt-hora (kWh) passou, assim, a 323,8 liras turcas, o equivalente a 6,3 euros ao câmbio atual.

Apesar da subida, o valor continua abaixo da média da União Europeia (UE), situada em cerca de 28 euros por kWh.

No setor dos serviços públicos houve uma subida de 17,5%, na indústria 5,8% e na agricultura 24,8%.

Jps (Lusa)

Irã diz que mais de 30 de suas universidades foram alvo de ataques desde o início da guerra

Mais de 30 universidades foram alvo de ataques no Irã desde o início da ofensiva conjunta dos Estados Unidos e Israel, no final de fevereiro, afirmou neste sábado (04/04) o ministro da Ciência iraniano.

"Mais de 30 universidades foram diretamente alvo de ataques, algo imaginável diante das leis internacionais e humanitárias" desde 28 de fevereiro, indicou Hossein Simai Sarraf, durante uma visita à Universidade Shahid Beheshti, no norte de Teerã, que foi atingida por um ataque na sexta-feira.

"De acordo com regras internacionais, atacar esse tipo de infraestrutura não só constitui uma violação do direito internacional, como também um crime contra a humanidade", acrescentou, segundo a ag~encia de notícias iraniana Wana. "Milhões de estudantes e pesquisadores estão agora privados de educação e estudo. Nosso país, como um dos principais fornecedores de talentos científicos para o mundo, sofreu sérios danos com esses ataques."

jps (ots)

Iraque fecha passagem de fronteira com o Irã após ataque deixar um morto

Uma pessoa morreu e outras cinco ficaram feridas em um ataque a um posto de fronteira com o Irã neste sábado, informou a agência de notícias estatal iraquiana INA.

Após o ataque, o tráfego comercial e de passageiros foi suspenso na passagem de fronteira de Shalamcheh, disse a agência, citando Omar al-Waeli, diretor da Autoridade Portuária de Fronteiras do Iraque.

O ataque teve como alvo o lado iraniano da instalação, de acordo com a rede de televisão Al Jazeera.

O Iraque tem buscado manter boas relações tanto com seu vizinho Irã quanto com os Estados Unidos.

md (DPA, EFE)

Irã autoriza trânsito de bens essenciais e ajuda humanitária no Estreito de Ormuz

O Irã autorizou, neste sábado, o trânsito de navios que transportam produtos básicos e ajuda humanitária pelo Estreito de Ormuz com destino a portos iranianos ou que se encontram em suas águas, em meio ao conflito na região.

"O objetivo é permitir o trânsito de navios que se dirigem aos portos iranianos ou que se encontram em operação dentro de suas águas", anunciou o Ministério da Agricultura do Irã em um comunicado divulgado pela agência Tasnim, vinculada à Guarda Revolucionária.

Segundo a agência, a decisão foi adotada após a aprovação do governo iraniano e das Forças Armadas, e contempla especialmente a passagem de navios carregados com bens essenciais, incluindo alimentos básicos e suprimentos para o gado.

O ministério indicou que foram estabelecidos protocolos específicos e as disposições necessárias para garantir a passagem segura dessas embarcações pelo Estreito de Ormuz, que está praticamente bloqueado pelo Irã desde o começo da guerra, em 28 de fevereiro.

O fechamento dessa passagem estratégica, por onde é transportado 20% do petróleo mundial, fez disparar o preço do barril de petróleo Brent.

Desde o início do conflito, o preço do petróleo acumulou aumentos entre 40% e 50%, o que impulsionou altas em múltiplos setores da economia mundial, como energia, transporte e alimentos.

md (EFE, AFP)

AIEA confirma ataque perto de usina nuclear no Irã com um morto

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) confirmou neste sábado que um projétil atingiu os arredores das instalações da usina nuclear de Busher, no sudoeste do Irã, causando uma morte e danos a um edifício da instalação, sem que até o momento tenham sido registrados vazamentos radioativos.

Em um comunicado, a AIEA explica que foi informada pelas autoridades iranianas sobre o ataque, o quarto perpetrado contra a usina desde o início da guerra deflagrada em 28 de fevereiro por Estados Unidos e Israel contra a República Islâmica.

Um membro da equipe de proteção física da usina morreu atingido por um fragmento do projétil, e um edifício da central "foi afetado pela onda de choque e por estilhaços", indica a nota.

"Não foi relatado um aumento nos níveis de radiação", acrescentou o órgão com sede em Viena.

Seu diretor-geral, o argentino Rafael Grossi, ressalta no comunicado sua profunda "preocupação com o incidente relatado", ao mesmo tempo em que reitera sua advertência de que "as usinas nucleares ou as áreas vizinhas", que podem abrigar equipamentos de segurança vitais, "nunca devem ser atacadas".

Grossi reiterou seu apelo por "máxima moderação militar" no entorno das usinas nucleares.

Há dois dias, a agência atômica russa, Rosatom, disse que pediria um cessar-fogo no Irã para retirar na próxima semana quase todos os seus funcionários da usina nuclear de Busher.

Segundo o chefe da Rosatom, Alexei Likhachev, dezenas de cidadãos russos estão no local e estimou em 200 o número de pessoas a serem retiradas no que seria uma última onda de remoção desde o início da guerra no Irã.

"Supomos que isso ocorrerá na próxima semana. Por diversas razões, não posso fornecer prazos nem rotas", afirmou.

Três grupos, compostos por mais de 400 pessoas, já foram retirados.

Desde o início da guerra, tanto Israel quanto os Estados Unidos bombardearam diversas instalações do controverso programa nuclear do Irã.

md (EFE, ots)

Após derrubar dois aviões dos EUA, Irã oferece recompensa por captura de tripulante de caça

Forças iranianas e americanas competem neste sábado (04/04) para resgatar um membro da tripulação do primeiro caça americano abatido em território iraniano desde o início da guerra.

Teerã afirmou ter abatido o caça F-15, enquanto a mídia americana informou que forças especiais dos Estados Unidos resgataram um dos dois tripulantes, com o outro ainda desaparecido.

O F-15 é considerado um dos caças mais modernos e poderosos do mundo.

Os militares iranianos também disseram ter abatido um avião de ataque ao solo A-10 Warthog americano no Golfo Pérsico, e a mídia americana informou que o piloto foi resgatado. Dois oficiais dos EUA disseram que o piloto ejetou da aeronave, que caiu no Kuwait após ser atingida por fogo iraniano, segundo a agência de notícias Reuters.

O modelo, conhecido como destruidor de tanques, é especializado em ataques contra blindados e forças terrestres.

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse à emissora NBC que a perda do F-15 não afetaria as negociações com o Irã, afirmando: "Não, de jeito nenhum. Não, isso é guerra."

"Recompensa valiosa"

Um porta-voz do comando operacional central das Forças Armadas iranianas disse que "um caça americano hostil no espaço aéreo central iraniano foi atingido e destruído pelo avançado sistema de defesa aérea da Força Aeroespacial da Guarda Revolucionária Islâmica".

"O jato foi completamente destruído e as buscas continuam."

Um repórter de um canal oficial de televisão iraniano disse que qualquer pessoa que capturasse um membro da tripulação vivo "receberia uma recompensa valiosa".

As Forças Armadas dos EUA anunciaram a perda de várias aeronaves durante operações no Irã, incluindo um avião-tanque que caiu no Iraque e três F-15 abatidos por fogo amigo kuwaitiano.

Mohammad Ghalibaf, presidente do parlamento iraniano, zombou do governo Trump.

Ele escreveu no X: "Depois de derrotar o Irã 37 vezes seguidas, esta brilhante guerra sem estratégia que eles começaram agora foi rebaixada de 'mudança de regime' para 'Ei! Alguém consegue encontrar nossos pilotos? Por favor?'

"Uau. Que progresso incrível. Gênios absolutos."

md (EFE, AFP, Reuters)

Esforços para alcançar cessar-fogo entre EUA e Irã estão em "impasse", diz jornal

Os esforços para alcançar um cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã, liderados pelo Paquistão, encontram-se em um "impasse", segundo informaram nesta sexta-feira (03/04) os mediadores ao diário The Wall Street Journal.

Segundo explicaram os mediadores, o Irã não está disposto a se reunir com autoridades americanas em Islamabad nos próximos dias e as exigências dos Estados Unidos "são inaceitáveis".

O Paquistão anunciou na semana passada que sediaria, nos "próximos dias", conversas entre Estados Unidos e Irã para buscar um fim à guerra iniciada em 28 de fevereiro. A iniciativa conta com o apoio da Arábia Saudita, da Turquia e do Egito.

Foi justamente o governo paquistanês que se encarregou de transmitir a proposta de paz enviada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao Irã, que acabou rejeitando-a por considerá-la "excessiva" e respondeu a Washington com suas próprias condições.

Os intermediários afirmam estar trabalhando em novas propostas para aproximar os países de uma solução, ao mesmo tempo em que estudam a possibilidade de transferir as eventuais negociações para Doha ou Istambul.

Há alguns dias, Trump afirmou que o Irã havia solicitado um "cessar-fogo" e sinalizou que considerará essa possibilidade assim que o estreito de Ormuz for reaberto, algo que Teerã negou pouco depois.

Na quarta-feira passada, o presidente americano garantiu, em um discurso à nação, que atacará "com dureza" o Irã nas próximas duas ou três semanas.

jps (EFE)

Deutsche Welle A Deutsche Welle é a emissora internacional da Alemanha e produz jornalismo independente em 30 idiomas.
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