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Mulher é vítima de feminicídio após morder dedo do marido durante relação íntima

O homem desferiu golpes de faca em Tatiéle de Cássia dos Reis Gonçalves enquanto ela estava dormindo

15 abr 2024 - 17h41
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Resumo
Um homem matou a esposa a facadas enquanto ela estava dormindo. O caso, que aconteceu no interior de São Paulo, foi registrado como feminicídio.
O caso foi registrado como feminicídio na Delegacia de Polícia de Caconde
O caso foi registrado como feminicídio na Delegacia de Polícia de Caconde
Foto: Reprodução/Google Street View

Um homem de 27 anos, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta segunda-feira, 15, após matar a esposa, Tatiéle de Cássia dos Reis Gonçalves, de 38 anos. O crime ocorreu em Caconde, no interior de São Paulo. A informação foi divulgada pelo g1 e confirmada pela Secretaria da Segurança Pública (SSP) ao Terra NÓS.

No último domingo, 14, o homem mantinha relações sexuais com a vítima quando ela mordeu o dedo da mão esquerda do suspeito. O companheiro não gostou da mordida e esperou a mulher voltar para a cama para dormir.

Enquanto ela dormia, o suspeito acertou o pescoço e o tórax dela com uma faca. O homem fugiu após o crime e procurou a Polícia Militar nesta segunda-feira para confessar o crime. As autoridades foram ao local e encontraram o corpo da vítima.

O que é feminicídio? O que é feminicídio?

O homem foi preso em flagrante e encaminhado à Cadeia Pública de Casa Branca, ficando à disposição da Justiça, segundo informações da SSP. O caso foi registrado como feminicídio na Delegacia de Polícia de Caconde.

O corpo de Tatiéle será levado para o Instituto Médico Legal (IML) de São João da Boa Vista (SP) e o enterro deve acontecer nesta terça-feira, 16, no distrito de Palmeiral, em Botelhos (MG), onde os familiares da vítima moram.

Em caso de violência contra a mulher, denuncie

Violência contra a mulher é crime, com pena de prisão prevista em lei. Ao presenciar qualquer episódio de agressão contra mulheres, denuncie. Você pode fazer isso por telefone (ligando 190 ou 180). Também pode procurar uma delegacia, normal ou especializada.

Saiba mais sobre como denunciar aqui.

Fonte: Redação Nós
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