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Acusado de sufocar namorada com 'mata-leão' é condenado a 30 anos de prisão em MG

O réu João Vitor Pereira Marques acabou sentenciado após passar pelo Tribunal do Júri da comarca de Belo Horizonte nesta sexta-feira, 11

11 set 2026 - 16h43
(atualizado às 17h19)
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Thayná Rosa, 20, foi morta pelo namorado, João Vitor Pereira, em abril de 2025 em Belo Horizonte (MG); o criminoso foi condenado a 30 anos de prisão após passar pelo Tribunal do Júri
Thayná Rosa, 20, foi morta pelo namorado, João Vitor Pereira, em abril de 2025 em Belo Horizonte (MG); o criminoso foi condenado a 30 anos de prisão após passar pelo Tribunal do Júri
Foto: Reprodução/Redes Sociais

A Justiça de Minas Gerais condenou o réu João Vitor Pereira Marques, de 25 anos, acusado pelo feminicídio da namorada, Thayná Silva Rosa, 20, morta com um golpe 'mata-leão' em abril de 2025. João Vitor passou pelo Tribunal do Júri da comarca de Belo Horizonte (MG), que decidiu, por maioria, pela condenação do rapaz nesta sexta-feira, 11. 

O crime aconteceu em 4 de abril do ano passado, no bairro Aglomerado da Ventosa, na capital mineira. De acordo com a denúncia do Ministério Público, João Vitor teria cometido o feminicídio após Thayná manifestar a intenção de terminar o relacionamento entre eles. 

À Justiça, familiares da vítima relataram que o relacionamento do casal, que durou cerca de oito anos, foi marcado por brigas, agressões e episódios de violência, e que Thayná chegou a receber medidas protetivas contra João Vitor. 

Na ocasião do crime, a Promotoria apontou que o criminoso 'atacou a vítima quando ela se encontrava desprevenida e desprovida de instrumento reativo, tendo sido surpreendida pela ação dele, que a asfixiou por estrangulamento, aplicando-lhe um golpe conhecido por mata-leão'. 

Depoimentos de testemunhas ajudaram a comprovar a motivação fútil de João Vitor para cometer o crime. Assim, ele acabou condenado por homicídio doloso (quando há a intenção de matar), qualificado por feminício em contexto de violência doméstica, motivo torpe e meio que dificultou a defesa da vítima. 

Dessa forma, o réu, que já cumpria prisão preventiva, acabou condenado a 30 anos de prisão em regime inicial fechado.

O Terra tenta contato com a defesa de João Vitor. O espaço segue aberto para manifestação.

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Fonte: Portal Terra
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