Há mais de 20 anos a Renault fez uma escolha que parecia cara — mas que hoje gera uma baita economia
Ao longo da sua história de mais de um século, a Renault já tomou decisões ruins. A marca chegou a enfrentar sérias dificuldades financeiras há não muito tempo. Mas, no começo dos anos 2000, o losango soube evitar uma armadilha em que vários concorrentes caíram — e hoje pode, com razão, se orgulhar disso.
Ao apostar em um equipamento de segurança mais caro do que o de alguns rivais, a montadora conseguiu escapar de um escândalo que hoje teria sido desastroso tanto para sua imagem quanto para suas finanças.
No setor automotivo, as decisões de corte de custos são quase constantes. Economizar alguns centavos em uma peça produzida em centenas de milhares de unidades pode significar grandes economias. E a Renault não está imune a isso, a queda na qualidade de alguns materiais no facelift do Clio 5 é uma prova disso.
Mas no início dos anos 2000, a montadora teve faro e resistiu à tentação de um fornecedor que oferecia preços mais baixos do que os concorrentes.
Airbags da Takata continuam mortais em 2025
Você com certeza já ouviu falar desse fornecedor. O nome dele tem até aparecido em painéis nas rodovias ultimamente. Trata-se da Takata, tristemente famosa pelos airbags que podem explodir — mesmo após colisões leves — e lançar fragmentos metálicos potencialmente mortais.
Apesar da falência da empresa japonesa em 2017, seus airbags ainda continuam fazendo vítimas em 2025. A culpa é do uso de nitrato de amônio, um composto químico de produção simples e barata, mas que pode se ...
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