McLaren de ex-baterista do Pink Floyd pode bater recorde em leilão; veja preço
Valor mais alto pago por um exemplar do superesportivo inglês é de US$ 25 milhões
O McLaren F1 GTR que por mais de 25 anos pertenceu ao ex-baterista do Pink Floyd e colecionador Nick Mason vai a leilão com chances de bater um recorde: estimado em US$ 35 milhões (cerca de R$ 178 milhões), será o exemplar mais caro já comercializado do icônico superesportivo inglês, caso seja arrematado. O recorde atual pertence a um exemplar comercializado em 2025 por US$ 25,3 milhões.
Ter pertencido à coleção do músico inglês - composta por lendas como Ferrari 250 GTO, Maserati 250F, Bugatti Type 35, Jaguar D-Type e Porsche 962, entre outros - não é a única atração no currículo deste McLaren F1 GTR.
McLaren F1: único dono e restaurada
Das 106 unidades do McLaren F1 produzidas, 64 foram carros de rua e 28 são GTR, destinados às corridas.
"Mantido pela McLaren desde novo, testado em preparação para as 24 Horas de Le Mans de 1996 e posteriormente convertido pela fábrica para uso em estradas, o chassi 10R foi adquirido diretamente da McLaren por Nick Mason em 1999. Mais do que um carro de competição, representa uma rara convergência entre o automobilismo britânico, a engenharia, o design, a música e a cultura popular", explica a RM Sotheby's. Outra exclusividade é a pintura vermelha com grafismos amarelos.
Ainda de acordo com a casa de leilão, durante o período em que pertenceu a Mason, o chassi 10R passou por uma restauração "sem restrições orçamentárias" em 2009 e foi restaurado novamente após um incidente em Goodwood, em 2017. Desde então, marcou presença na Rétromobile, no Goodwood Members' Meeting e no Goodwood Festival of Speed.
Por que o McLaren F1 é tão importante?
Um dos principais superesportivos do século 20, o McLaren F1 foi apresentado em 28 de maio de 1992, quinta-feira véspera do GP de Mônaco. Projetado por Gordon Murray, trazia motor BMW 6.1 V12 de 627 cv, capaz de levar o F1 aos 100 km/h em 3,2 segundos e velocidade máxima de 391 km/h.
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