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'Dead Rising 3' é diversão quase ilimitada para Xbox One

13 dez 2013 15h51
| atualizado às 16h01
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Zumbis. Hordas de zumbis por todos os lados. Na rua, na saída da cidade, em prédios, casas, comércio, na frente da sua oficina de carros e talvez em uma casinha de sapê. Esse é Dead Rising 3, um dos jogos exclusivos para Xbox One lançados junto com console da Microsoft, em 22 de novembro, e um dos mais divertidos desta primeira leva de títulos da nova geração de consoles (PS4 incluído).

Para quem já conhece a série, lançada em 2006, exclusivo para Xbox 360, e com sequência em 2010, também para PS3 e PC, sabe que o DNA da série é o mundo aberto recheado de mortos-vivos para você exterminá-los sem dó e piedade, com itens encontrados pelo cenário. Com Dead Rising 3 não podia ser diferente, mas a escala de diversão é potencializada proporcionalmente ao número de objetos espalhados pelo chão e suas combinações para se tornarrem armas de destruição em massa de zumbis. E praticamente tudo pode ser arremessado neles: vassouras, cortador de grama, tambores de óleo, capacete, calotas, garrafas e até vibradores (esse você precisa combinar uma máquina de juntar folhas e um 'massageador'). Além disso, veículos podem ser customizados para virar verdadeiros tanques de matar, no maior estilo Carmageddon.

Depois de viver um fotojornalista e um campeão de motocross nos títulos anteriores, o jogador agora encara o mecânico Nick Ramos, que tem fugir da cidade infectada de Los Perdidos antes que o exército lance uma bomba para controlar a epidemia.

Até aí, um roteiro nada muito diferente de jogos e séries com a temática de zumbis. Mas é em seus detalhes que a diversão toma conta do jogador em Dead Rising 3. Com um mundo aberto maior que de seus antecessores combinado e poder de renderização três vezes maior, o jogo é um pandemônio de animações – que às vezes pode até demorar para carregar, mas a demora vale a pena depois de ver tanto coisa zumbi, carros e itens no jogo.

Dead Rising 3 também apresenta uma mecânica intuitiva, por vezes lembrando a de GTA V, o que facilita a imersão no jogo. Os zumbis são lentos e burros (meu tipo preferido), o que torna tudo mais engraçado. Após um primeiro momento de tensão, com tanto morto-vivo ao seu redor, você percebe que é fácil de trapaceá-los. Mas não ganhe muita confiança, pois eles podem atacar como cobras quando muito pertos e em grupos.

Além de diversas opções de combinações de armas e carros e também missões paralelas, que fazem as horas passarem mais rápidas (procure no YouTube vídeos de gamers fazendo besteiras por Los Perdidos), Dead Rising 3 também interage com funções no Kinect e Smart Glass – a segunda tela do Xbox One.

Com o sensor de voz ligado, o jogador precisa ficar ligado, pois qualquer barulho que faça – seja um suspiro de susto ou até gritar para a mãe que não vai desligar o videogame – pode chamar a atenção dos zumbis para si, fazendo você entrar em uma enrascada. Porém, a função também pode ser usada para distraí-los.

Também opcional, o aplicativo Smart Glass pode ser usado para locar itens específicos, encontrar lojas abandonadas no mapa e estabelecer pontos de coordenada. Além disso, há missões exclusivas, que habilitam drones e ataques aéreos.

Mesmo rico em detalhes e combinações, Dead Rising 3 não ainda é o jogo que vai mostrar para o que a nova geração de consoles veio. É um jogo bem resolvido e imerge o jogador em seu enredo com primazia, mas ele não é tão bonito como Ryse: Son of Rome e não tão diferente dos jogos da geração anterior.

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Fonte: Terra
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