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Jogamos: Warhammer 40K: Boltgun 2 mantém a essência do original e introduz novas ameaças

Nova missão coloca o Space Marine contra hordas de inimigos e criaturas que lembram os Flood de Halo

13 out 2026 - 17h24
(atualizado às 17h24)
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Jogamos: Warhammer 40K: Boltgun 2 mantém a essência do original e introduz novas ameaças
Jogamos: Warhammer 40K: Boltgun 2 mantém a essência do original e introduz novas ameaças
Foto: Reprodução / Devolver Digital

Um dos principais jogos no estande da Devolver Digital na BGS deste ano foi a sequência de um título da série Warhammer que acaba passando despercebido por muitas pessoas, principalmente por seu estilo artístico em pixel art, que ainda é tratado com certo desdém por alguns jogadores. Isso chama ainda mais atenção quando comparamos com outros jogos da franquia, como o próprio Space Marine, que adota gráficos mais realistas, além de apostar em uma perspectiva em primeira pessoa.

Entre todos os jogos que pude testar na BGS, Boltgun 2 foi um dos mais divertidos. Tive a oportunidade de jogar uma fase inteira sem interrupções ou limites de tempo para avançar, naquele estilo de experiência de “morreu, passa o controle” que muitos de nós já devem ter vivido pelo menos uma vez na vida. A experiência ficou ainda melhor por eu já ter jogado o primeiro título da série e saber o que esperar dessa sequência.

A jogabilidade segue basicamente o mesmo padrão do jogo anterior, com aquela movimentação mais pesada por conta da armadura que usamos. Já os tiroteios seguem a fórmula dos chamados boomer shooters, jogos de tiro que remetem aos clássicos DOOM e até mesmo aos primeiros Wolfenstein.

Também deu para notar que o próprio Space Marine serviu de inspiração para algumas novidades desta sequência. Agora, nosso personagem conta com uma habilidade que permite avançar em uma espécie de investida de ombro, eliminando rapidamente os inimigos que estiverem pelo caminho. Quando eles estavam agrupados e alinhados, foi especialmente divertido vê-los explodindo na tela enquanto nosso personagem simplesmente avançava sobre eles.

Entre os armamentos que pude utilizar, estavam vários dos que já conhecemos do primeiro jogo, como a escopeta, a pistola que se assemelha a uma SMG e o fuzil de plasma. É claro que a clássica motosserra também está de volta. Além disso, podemos provocar os inimigos com gestos e frases que reforçam a ideia de que estamos fazendo tudo aquilo em nome do Império.

Foto: Reprodução / Matheus Santana

A fase em que joguei não permitiu entender muito da história, pois parecia ser uma das primeiras do jogo. Nosso personagem estava à deriva em uma floresta, sem nenhuma arma, e precisei explorar o cenário para encontrar os equipamentos espalhados pelo caminho. Mais adiante, consegui me reunir com um grupo de soldados do Império, que ajudaram a enfrentar uma frota de inimigos.

Conforme avancei pela fase, ficou claro que o DNA do primeiro título continua presente, com segredos espalhados pelos cenários e uma estrutura quase linear. O que realmente chamou minha atenção, porém, foi um novo tipo de inimigo que apareceu perto do final da missão. Eles pareciam ter saído diretamente da série Halo, já que eram praticamente idênticos aos Flood. Naquele momento, minha missão era aguardar a chegada do resgate junto a outros aliados, que também esperavam por ajuda. Aos poucos, eles foram caindo diante das ondas de inimigos infectados que surgiam, tornando essencial continuar em movimento para conseguir sobreviver até a chegada da nave de resgate.

Depois de tudo que pude jogar, minha expectativa por Boltgun 2 aumentou ainda mais. A decisão de manter a mesma direção de arte do primeiro jogo, junto da boa base de jogabilidade praticamente inalterada, é um ponto bastante positivo. Agora, a história e a trama têm o papel de elevar ainda mais essa experiência e tornar a aventura mais épica. Pelo que pude conferir nessa primeira fase, a sequência parece estar no caminho certo para conseguir isso.

Warhammer 40.000: Boltgun 2 chega em 14 de outubro para PC, PlayStation 5 e Xbox Series. 

Fonte: Game On
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