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Jogamos: Neva: Prologue traz aventura curta, mas com emoção e atmosfera

Assim como jogo base, prólogo traz visuais deslumbrantes e forte carga emocional

9 mar 2026 - 14h22
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Jogamos: Neva: Prologue traz aventura curta, mas com emoção e atmosfera
Jogamos: Neva: Prologue traz aventura curta, mas com emoção e atmosfera
Foto: Reprodução/Devolver

Se o jogo indie Neva já havia nos tocado em 2024 com sua mistura delicada de arte, som e narrativa quase transcendente, sua nova expansão, Neva: Prologue, eleva essa experiência a um plano quase íntimo — aquele tipo de capítulo que não apenas adiciona conteúdo, mas recontextualiza o que você sentiu antes.

Confira a seguir aqui no Game On o que achamos dessa expansão lançada recentemente e que se passa antes dos eventos do jogo base - confira análise dele aqui.

Um encontro que mudou tudo

Como o nome já revela, Neva: Prologue nos transporta para um tempo anterior ao jogo principal, para o momento em que Alba inicia a jornada que viria a definir tudo o que conhecemos. Em vez de estender a narrativa, ele nos dá motivo para sentir, para entender o que move os personagens antes mesmo de cruzarem o caminho um do outro.

A história começa com Alba seguindo um rastro de borboletas brancas pelos pântanos corrompidos — uma imagem que já poderia estar pintada nas margens do jogo base — até encontrar uma pequena loba assustada e perdida. 

A partir daí não é apenas caminhar, mas conquistar confiança, enfrentar perigos e, pela primeira vez, escrever aquela ligação que definiu uma vida inteira de aventuras em um mundo que parece feito de aquarela viva.

Foto: Reprodução

Se a aventura original de Neva era sobre a jornada, Prologue é sobre a origem da confiança, a centelha que acendeu tudo. E mesmo que seja concebido para jogadores que já completaram o jogo principal — como se a expansão fosse um olhar retroativo para algo que já habita na memória — ele também funciona como uma reflexão sobre como lembramos das relações que moldam nossas vidas.

A Nomada Studio não fica apenas repetindo a fórmula estética que consagrou o título original; ela também eleva o desafio, apresentando novos inimigos, encontros mais intensos com chefes e três ambientes inéditos, com mecânicas únicas, que funcionam como capítulos próprios dentro deste prólogo narrativo.

Foto: Reprodução

A campanha é breve — pouco mais de uma hora — e isso pode soar como limitação à primeira vista. Mas, em vez de diluir a experiência, essa concisão concentra tudo. Neva: Prologue não tenta ser maior do que precisa; ele escolhe ser preciso.

Cada cena existe com propósito, cada momento carrega peso. No fim, a curta duração não enfraquece o impacto — ela o intensifica, transformando o retorno a esse universo em algo quase íntimo, como revisitar uma memória que ainda pulsa.

Considerações

Com grande influência do clássico anime Princesa Mononoke do Studio Ghibli, Neva já nos ensinou que videogames podem ser mais do que desafio e narrativa — podem ser uma ponte para algo mais íntimo, quase pessoal. Neva: Prologue continua esse legado não elevando apenas o tamanho, mas o significado.

Ele nos lembra que, às vezes, a magia não está apenas em chegar ao fim da aventura, mas em entender como chegamos até ali. E isso é o tipo de expansão que fica na lembrança — não como conteúdo extra, mas como parte essencial de uma história tocante e inesquecível.

Neva está disponível para PC, PlayStation 4, PlayStation 5, Switch e Xbox Series.

Fonte: Game On
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