10 gatos dos games que roubaram a cena sem pedir licença pra ninguém
Seja pela fofura ou pelo caos, esses felinos provaram que não precisam de permissão para ser as verdadeiras estrelas dos seus jogos
Eles ignoram as leis da física, decidem quando o herói deve avançar e, na maioria das vezes, têm agendas muito mais importantes do que salvar o mundo. Basta aparecerem na tela para roubarem o foco, a atenção e, muitas vezes, o coração dos jogadores. Seja pela atitude, pelo carisma ou simplesmente por existirem no momento certo, os gatos sempre deram um jeito de deixar sua marca nos videogames.
De mascotes a protagonistas de grandes produções modernas, aqui estão dez bichanos que provaram que o controle, na verdade, sempre esteve nas patinhas deles.
O Gato (protagonista sem nome) - Stray
Não dá para começar sem o gato laranja mais famoso da atualidade. Em um mundo cyberpunk desolado e habitado apenas por robôs, o gatinho de Stray não precisa falar uma palavra para carregar a narrativa emocional do jogo. Com um botão dedicado exclusivamente para miar e mecânicas que nos permitem derrubar objetos de prateleiras só por puro prazer, ele personifica a essência felina enquanto explora o impacto da ausência humana.
Morgana - Persona 5
Metade mascote, metade consciência moral ambulante, Morgana é aquele tipo de personagem que você não escolhe amar — simplesmente aceita. Com seu jeito mandão (“vai dormir!” virou meme por um bom tempo), ele acompanha o jogador o tempo todo, misturando humor, utilidade e uma presença constante que acaba definindo o ritmo da jornada. No fim, é impossível imaginar o jogo sem ele.
Cait Sith - Final Fantasy VII / Rebirth
Um gato montado em um boneco Moogle gigante de pelúcia que ataca com megas-fones. Parece confuso? Isso é puro Final Fantasy. Cait Sith rouba a cena pelo seu design excêntrico e sua sorte caótica nos dados. No recente Rebirth, sua agilidade e o jeito malandro de "agente duplo" ganharam ainda mais camadas, provando que ele é muito mais do que apenas um alívio cômico na jornada de Cloud.
Meowth - Pokémon
Representando a velha guarda, Meowth é um dos poucos gatos da lista com ambições financeiras claras. Seja na versão tagarela do anime ou acumulando moedas com o golpe Pay Day nos jogos de Game Boy, ele se tornou um ícone cultural. Ele é a prova de que, no mundo Pokémon, inteligência e um pouquinho de ganância podem levar um gato de rua a ser o braço direito da organização criminosa mais famosa dos games.
Big the Cat - Sonic
Ocupando o posto de "gato mais incompreendido da Sega", Big é um gigante de bom coração que só quer saber de pescar seu melhor amigo, o sapo Froggy. Em meio à velocidade frenética de Sonic, as fases de pesca do Big em Sonic Adventure forçavam os jogadores a pisar no freio. Ele rouba a cena justamente por ser o completo oposto de tudo o que a franquia representa: ele é o rei do "deixa a vida me levar".
Palico - Monster Hunter
Pequenos, úteis e absurdamente adoráveis, os Palicos são o tipo de companheiro que transforma batalhas tensas em algo mais leve. Enquanto você enfrenta criaturas gigantescas, eles estão ali — ajudando, atrapalhando, cozinhando ou simplesmente existindo com charme suficiente para justificar sua presença. É difícil não se apegar.
Alvina - Dark Souls
Misteriosa, enigmática e silenciosamente imponente, Alvina representa bem o tipo de presença que Dark Souls domina como poucos. Guardiã de uma floresta e líder de um pacto, ela não precisa de muito tempo em cena para deixar claro que está acima do jogador — em conhecimento, em intenção e em importância.
Dusty - Gravity Rush
Enquanto Kat controla a gravidade, Dusty é a fonte literal desse poder. Com uma aparência que lembra uma nebulosa estrelada em formato de gato, Dusty é o companheiro silencioso que permite que a protagonista flutue por Hekseville. Ele é o exemplo máximo de elegância visual e utilidade narrativa, sendo um dos designs felinos mais únicos e artisticamente belos da era moderna da Sony.
Rover - Animal Crossing
Se você já iniciou uma vida nova em Animal Crossing, Rover foi quem te recebeu. Sempre presente nas viagens de trem (ou ônibus/avião), ele é o primeiro rosto amigo que os jogadores encontram desde o Nintendo 64 e GameCube. Sua curiosidade sobre o seu destino e seu visual clássico de gato azul o tornaram um símbolo de boas-vindas e do início de novas aventuras na franquia da Nintendo.
Bubsy
O gato que todos amavam odiar nos anos 90. Bubsy surgiu na era 16 bits tentando ser o "próximo Sonic", com um humor sarcástico e uma atitude que era a cara daquela década. Embora a franquia tenha tido seus altos e baixos (e alguns desastres em 3D), Bubsy roubou a cena pela persistência e por ser um dos rostos mais reconhecíveis das guerras de mascotes entre o Mega Drive e o SNES - e em maio o insuportável gato estará de volta com o novo game Bubsy 4D.
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