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Vasco muda estratégia no mercado após dificuldade por zagueiro

3 set 2026 - 21h03
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Resumo
O Vasco mudou sua prioridade no mercado e avançou na contratação do meia argentino Alan Lescano por 7 milhões de dólares, dependendo apenas da liberação de um empréstimo para concluir o negócio. Em contrapartida, a busca por um zagueiro foi paralisada devido à falta de verba, ao limite estourado de estrangeiros no elenco e à dificuldade de achar defensores brasileiros prontos e acessíveis, frustrando negociações por nomes como Diego Carlos, Arthur Chaves e Gabriel Pereira.

A busca por reforços no Vasco sofreu uma alteração de rota nesta reta final do período de contratações. A prioridade do clube passou a ser o setor ofensivo, focando no meia argentino Alan Lescano. Conforme noticiado pelo portal GE, as tratativas com o atleta do Argentinos Juniors estão bastante encaminhadas.

Presidente do Vasco, Pedrinho, em coletiva
Presidente do Vasco, Pedrinho, em coletiva
Foto: Presidente do Vasco, Pedrinho, em coletiva ( Dikran Sahagian/Vasco) / Gávea News

A confirmação do jogador de 24 anos pode representar o quinto reforço cruzmaltino na atual janela. A transação gira em torno de sete milhões de dólares, o que significa aproximadamente 36 milhões de reais. Todos os termos entre o time carioca, a equipe argentina e o meio-campista já estão totalmente alinhados.

Para formalizar o acordo, o Vasco depende de uma injeção de recursos imediata. A gestão apresentou as garantias financeiras exigidas e aguarda a liberação do empréstimo DIP para os próximos dias. Apenas com esse aporte em caixa será possível sacramentar a compra em definitivo.

Esse cenário de restrição orçamentária justifica a paralisação na busca por um novo zagueiro. A falta de dinheiro para investimentos altos travou as negociações no setor defensivo, que até pouco tempo atrás era considerado a necessidade mais urgente do departamento de futebol.

Além do caixa vazio, o regulamento impõe um grande obstáculo para reforçar a defesa cruzmaltina. O limite de estrangeiros do elenco foi estourado, já que a equipe alcançou a cota máxima de jogadores de fora do país. Isso obriga os dirigentes a mapearem exclusivamente defensores nascidos no Brasil.

A cúpula vascaína sabe que é quase impossível contratar um zagueiro nacional barato e pronto para assumir a titularidade. O entendimento interno é de que repetir apostas de baixo custo, como aconteceu recentemente com Bruno Duarte, não entregará o perfil técnico necessário para o time titular.

As opções inicialmente estabelecidas não prosperaram. O experiente Diego Carlos chegou a ser definido como o plano principal, mas o negócio rapidamente estagnou. Arthur Chaves, que também entrou no radar e recebeu sondagens da diretoria, acabou fechando contrato com o Botafogo.

Por fim, Gabriel Pereira, do Copenhagen, despontava como o nome preferido pela equipe de análise do clube. O entrave, novamente, foi financeiro. Os dinamarqueses exigiram cifras totalmente incompatíveis com o orçamento atual da equipe de São Januário, inviabilizando qualquer acerto.

Gávea News
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