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Vasco toma atitude após investigação contra David e chama atenção

3 set 2026 - 20h52
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Resumo
O Vasco ofereceu suporte jurídico e psicológico ao atacante David após ele ser alvo de busca e apreensão na "Operação A Tropa", da Polícia Civil, que apreendeu seu celular e computadores. Acompanhado pela diretoria, o jogador prestou depoimento na delegacia, onde confirmou conhecer suspeitos, mas negou ligação com o tráfico de armas e drogas. A defesa do clube afirma que o atleta não tem envolvimento nos crimes apurados e garantiu respaldo total e cooperação com as autoridades.

O Vasco da Gama estruturou uma rede de apoio jurídico e psicológico para resguardar o atacante David Corrêa, conhecido como DVD. A rápida mobilização interna do clube ocorreu exatamente às vésperas do confronto contra o Vitória, que aconteceu nesta última quarta-feira (02), pela Copa do Brasil.

Foto: (Imagem: Matheus Lima/ Vasco) / Gávea News

A intervenção da diretoria foi necessária logo após o atleta se tornar alvo de mandados de busca e apreensão na manhã da última segunda-feira (31). A ação policial integra a "Operação A Tropa", conduzida pela Polícia Civil para investigar esquemas criminosos.

Durante a execução da ordem judicial no apartamento do jogador, situado na Barra da Tijuca, os agentes recolheram computadores, documentos e o aparelho celular do atacante. David estava sozinho em sua residência no instante em que a polícia chegou ao local.

A apreensão do telefone foi motivada pela busca de eventuais trocas de mensagens entre o jogador vascaíno e um dos alvos centrais da investigação. Logo após o término das buscas em sua casa, o atleta se dirigiu ao centro de treinamento em Jacarepaguá.

Acompanhado de perto pelo diretor técnico Felipe Maestro, David seguiu depois para a 14ª Delegacia de Polícia, no bairro do Leblon, para prestar esclarecimentos. O atacante confirmou conhecer suspeitos do Espírito Santo citados no inquérito, mas negou qualquer ligação com o tráfico de armas e drogas.

Conforme informações veiculadas pelo jornal O Globo, a principal preocupação emocional do jogador não foi a investigação em si, mas a impossibilidade de falar com sua mãe. Sem o aparelho, ele não recordava o número de cabeça para tranquilizá-la diante da repercussão midiática do caso.

Os advogados da equipe cruzmaltina analisaram o depoimento prestado na delegacia e garantem que o atleta não tem envolvimento nos crimes apurados. O clube mantém respaldo total ao jogador, declarando que coopera de forma transparente com as autoridades até a conclusão do inquérito.

Gávea News
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