Vasco deve apostar em modelo de sucesso para contratar meio-campista
Intenção da diretoria é focar em alvos que não exijam o pagamento de altas quantias pela situação financeira do Cruz-Maltino
O Vasco gradativamente tem êxito em sacramentar a chegada de reforços na atual janela de transferências. Após amenizar algumas carências, uma das prioridades do Gigante da Colina passou a ser um meio-campista. Ao traçar um perfil ideal, o clube pretende investir em um jogador que possa atuar como primeiro e segundo volante. Em contrapartida, uma das exigências é centralizar seus esforços em alvos que não exijam o pagamento de altas quantias.
Até porque a missão do Cruz-Maltino é não causar maiores prejuízos em sua situação financeira. Por isso, o clube de São Januário mapeou alternativas de reforços que sejam possíveis negociar por empréstimo com opção ou obrigação de compra. Jogadores como o zagueiro Carlos Cuesta e o atacante Carlos Andrés Gomez estavam sem espaço no Galatasaray e Rennes, respectivamente. Os colombianos chegaram ao Vasco nestes modelos de negócio e tiveram rendimentos de impacto e em pouco tempo no time.
Provável metodologia de contratação do Vasco
Outros critérios em pauta que possibilitam a viabilidade das tratativas são a quitação em parcelas para não causar danos ao orçamento. Jogadores com vínculos próximo de se encerrar ou livres no mercado também são situações que a diretoria observa e consideram como eventuais oportunidades de mercado. A contratação do jovem lateral-esquerdo Paulinho se encaixa neste contexto.
Afinal, o Gigante da Colina conseguiu firmar um pré-contrato com o defensor e ele se apresenta ao clube sem custos no segundo semestre de 2026. Até porque o seu vínculo com o América Mineiro termina em junho. O Cruz-Maltino sinalizou interesse em contratar o argentino Santiago Sosa. Apesar disso, o Racing se mostra irredutível a reduzir o valor e avançar nas negociações.
Deste modo, o Vasco avalia a situação como impraticável. Pelo jogador ser peça importante e capitão do elenco, o clube argentino estipulou a sua multa rescisória em 12 milhões de dólares (R$ 63,120 milhões na cotação atual). O foco do clube carioca especialmente é preencher as lacunas que a diretoria identificou e dar mais opções dentro do elenco para Fernando Diniz.
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