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Volante do Vasco pede que atletas sejam 'mais firmes' para combater o racismo

Tchê Tchê lamentou o momento do futebol mundial em relação à crescente onda de ofensas raciais

30 mar 2026 - 15h06
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Vini Jr. se tornou principal alvo de racismo no futebol –
Vini Jr. se tornou principal alvo de racismo no futebol –
Foto: Divulgação / Real Madrid / Jogada10

O volante Tchê Tchê, camisa 3 do Vasco, mostra que sua atuação vai muito além das quatro linhas. Engajado em causas sociais, o atleta cobra um posicionamento mais rígido das autoridades contra o racismo. Ele exige punições severas para os episódios que mancham o esporte e a sociedade contemporânea.

Em entrevista exclusiva à Itatiaia, o jogador defendeu o combate incisivo ao preconceito. Para ele, as instituições precisam aplicar sanções em todas as esferas. Além disso, o volante convoca seus colegas de profissão para uma postura mais ativa na causa.

Tchê Tchê não economiza nas críticas à impunidade atual. Segundo ele, a justiça esportiva e comum precisam endurecer as regras.

Vini Jr. se tornou principal alvo de racismo no futebol –
Vini Jr. se tornou principal alvo de racismo no futebol –
Foto: Divulgação / Real Madrid / Jogada10

"Acredito que sim (maior punição esportiva). Alguns torcedores foram presos e depois soltos. Devia ter punição maior nos estádios. Não só no esporte, mas na vida. Algo mais específico e mais pesado. Nossa luta continua na vida. Os atletas tinham que se posicionar mais. Não fico com esse receio de me posicionar e não fujo disso", disparou.

Combate ao racismo

Além de abordar questões profissionais, o desabafo do atleta acabou atingindo, inevitavelmente, o campo pessoal. Isso porque, mesmo ostentando o status de jogador de alto rendimento, ele ainda se vê obrigado a enfrentar o racismo velado em seu dia a dia.

Nesse sentido, Tchê Tchê faz questão de destacar que a visibilidade e o sucesso não servem como uma couraça definitiva. Pelo contrário, o jogador ressalta que a fama não o protege totalmente de olhares preconceituosos, especialmente quando transita por espaços públicos.

"Não dá para fechar os olhos ou simplesmente achar que não acontece. Vemos isso no dia a dia. Entrou em devidos lugares e vimos os olhares. Com ele é pior pelo que alcançou não deveria passar, imagina com quem não é conhecido. A luta tem que permanecer para que não tratem como comum isso", contou.

Dessa forma, o volante reafirma seu papel como voz ativa no futebol brasileiro. Ele espera que sua mensagem mobilize outros jogadores a abandonarem o silêncio e lutarem por mudanças estruturais urgentes.

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Jogada10
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