Mesmo após sair derrotada por 0 a 8 na partida contra o Uruguai, a seleção do Taiti protagonizou um espetáculo ao término do duelo, neste domingo (23), na Arena Pernambuco
Foto: Marcelo Pereira / Terra
O time da Polinésia Francesa nem se importou com a goleada e resolveu homenagear o público brasileiro, que o aplaudiu em todos os jogos da Copa das Confederações
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Logo após o apito final, todos os taitianos foram para o banco de reservas, pegaram diversas bandeiras do Brasil e começaram uma "volta olímpica" pelo estádio
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Alguns também levantaram uma grande faixa com a inscrição, em português, "Obrigado Brasil"
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Sem qualquer tristeza pelas três goleadas sofridas contra Nigéria, Espanha e Uruguai, eles desfilaram felizes por causa do apoio que receberam no País
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A torcida ficou naturalmente feliz com a atitude do Taiti e passou a tirar foto dos jogadores, além de aplaudi-los
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Foi inusitado também quando torcedores do Santa Cruz e do Sport deram bandeiras do clube para eles levantarem, sem sequer saberem do que se tratava
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Um torcedor chegou a levantar uma cartolina com o desenho do técnico Eddy Etaeta e de dois jogadores
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Luís Suárez, artilheiro do Uruguai, parabenizou os taitianos depois do jogo: "essa homenagem é uma demonstração de fair play, de jogo justo, e eles fizeram isso desde a semana passa, é muito bonito"
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Já Etaeta lamentou as dificuldades da sua seleção: "nossos jogadores são amadores, então há um abismo técnico aqui. A competição acabou para nós, mas faço questão de parabenizar nossos jogadores, porque, apesar do placar, dos gols sofridos, vamos continuar fiéis, porque vencemos muitas dificuldades", concluiu
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Fora do campo, em entrevista coletiva, o técnico acrescentou: "meus jogadores jogaram com o coração e viveram uma experiência incrível neste torneio"
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A seleção do Taiti foi a última colocada na Copa, não marcou pontos, fez um gol e sofreu 24
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Etaeta ainda lamentou que no Taiti o esporte seja amador
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"A dura realidade que estamos enfrentando, entre o futebol profissional e o nosso, nos faz dar conta dessa diferença abismal. Estou orgulhoso do que meus jogadores vivenciaram", afirmou o técnico
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O técnico ainda fez uma previsão, sobre quando sua seleção poderia causar alguma surpresa contra um rival de expressão
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"Faz 12 anos que começamos a desenvolver o futebol no Taiti e temos muito trabalho por fazer. Acho que dentro de 10 anos, pelo menos, poderemos jogar com seleções poderosas, tendo chance de algum bom resultado", garantiu Etaeta
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O Uruguai deu show contra o Taiti, mas o campeão da Oceania também protagonizou um espetáculo assim que que o duelo entre as duas seleções terminou, neste domingo, com o placar de 8 a 0 para os sul-americanos. O time da Polinésia Francesa nem se importou com a goleada e resolveu homenagear público brasileiro, que o aplaudiu em todos jogos da Copa das Confederações.
Logo após o apito final, todos taitianos foram para o banco de reservas, pegaram diversas bandeiras do Brasil e começaram uma "volta olímpica" pelo estádio. Alguns também levantaram uma grande faixa com a inscrição, em português, "Obrigado Brasil". Sem qualquer tristeza pelas três goleadas sofridas contra Nigéria, Espanha e Uruguai, eles desfilaram felizes por causa do apoio que receberam no País.
A torcida ficou naturalmente feliz com a atitude do Taiti e passou a tirar foto dos jogadores, além de aplaudí-los. Foi inusitado também quando torcedores do Santa Cruz e do Sport deram bandeiras do clube para eles levantarem, sem sequer saberem do que se tratava. E um torcedor chegou a levantar uma cartolina com o desenho do técnico Eddy Etaeta e de dois jogadores.
Luís Suárez, artilheiro do Uruguai, parabenizou os taitianos depois do jogo: "essa homenagem é uma demonstração de fair play, de jogo justo, e eles fizeram isso desde a semana passa, é muito bonito". Já Etaeta lamentou as dificuldades da sua seleção: "nossos jogadores são amadores, então há um abismo técnico aqui. A competição acabou para nós, mas faço questão de parabenizar nossos jogadores, porque, apesar do placar, dos gols sofridos, vamos continuar fiéis, porque vencemos muitas dificuldades", concluiu.
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