Veja as declarações de Cuca envolvendo Diógenes, Gabriel Brazão, João Schmidt e Oliva
O Santos superou o Remo por 2 a 1 pelo Brasileirão, chegando aos 38 pontos na oitava posição. Após o jogo, o técnico Cuca defendeu o goleiro Diógenes, substituto do lesionado Gabriel Brazão, classificando a falha no gol adversário como fatalidade e ressaltando suas qualidades. O treinador valorizou a vitória fora de casa e ainda justificou as recentes escolhas táticas no meio-campo, explicando a alternância entre João Schmidt, usado pela força aérea, e Christian Oliva, que voltou a ser titular.
Com gols marcados por Rony e Gabriel Barbosa já no fim do segundo tempo, o Santos venceu o Remo por 2 a 1 na noite deste sábado (19), em partida válida pela vigésima oitava rodada do Campeonato Brasileiro, no Mangueirão, em Belém. O resultado levou o Peixe aos 38 pontos na competição nacional.
Ao analisar o confronto, Cuca falou individualmente sobre algumas peças importantes da equipe. No gol, Diógenes, que substitui Gabriel Brazão, com retorno previsto somente para a próxima temporada, recebeu o respaldo do treinador mesmo após falhar no gol marcado pelo zagueiro Marlon para o Remo.
"Ele precisa ter ritmo de jogo, sequência, e é um goleiro que tem bastante astúcia, sai bem do gol, é rápido, bom com os pés. Não foi tão bem na bola em que a gente tomou o gol, mas foi uma bola que subiu demais um pouco. Foi uma fatalidade", afirmou Cuca ao analisar a atuação do goleiro.
Na sequência, o comandante valorizou principalmente o resultado conquistado fora de casa. "O mais importante é que a gente venceu, no final é o que fica", completou o treinador, saindo em defesa de seu atual grupo. Com os três pontos conquistados diante do Remo, o Santos aparece na oitava colocação do Campeonato Brasileiro, com 38 pontos em 27 partidas disputadas.
No meio-campo, Christian Oliva, que havia começado no banco de reservas durante a semana contra o Atlético-MG, voltou a aparecer entre os onze iniciais. João Schmidt, titular na decisão pela Copa Sul-Americana, também teve sua utilização explicada por Cuca, que destacou a necessidade de fortalecer a equipe nas jogadas pelo alto diante do Galo.
"Quando a gente pôs o João Schmidt, que fez uma boa partida contra o Galo, não fez uma má partida, foi porque o Atlético-MG tinha uma bola parada forte, e a gente só tinha os dois zagueiros fortes no cabeceio. Quando a gente usou o João Schmidt foi por isso e, no decorrer, usamos o Oliva também", explicou Cuca.
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