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Sasha, do Santos, valoriza testes: "Parece que já passou uma semana"

25 jun 2020
18h17
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O Santos tem organizado diversos testes nessa semana, a primeira depois da paralisação no futebol brasileiro por conta do novo coronavírus.

Essa quinta-feira contou com eletrocardiograma e palestra sobre a covid-19 no CT Rei Pelé.

"Voltamos há três dias, mas parece que já passou uma semana, pois os testes estão sendo bem fortes. No começo do dia fizemos o eletrocardiograma, depois teste de salto unilateral e o isocinético. Já no período da tarde seguimos com os testes físicos no gramado, além da palestra com o infectologista, que foi bem produtiva e esclarecemos algumas dúvidas. Ainda falta uma semana para os treinos com bola, a saudade já está grande, mas o importante agora é todo mundo estar preparado para não sofrer com lesões quando os treinos começarem", disse o atacante Eduardo Sasha.

Para evitar aglomeração, o elenco foi dividido em grupos com quatro jogadores durante a manhã e seguiram para suas casas após os testes, retornando apenas para o trabalho de tarde e a palestra.

"Estamos vivendo uma situação atípica, né? Pois no início do ano, os atletas chegam no clube após 30 dias de férias. E agora eles ficaram longe por três meses. Mesmo com toda a programação de treino em casa, sabemos que não é a mesma coisa que a atividade aqui no CT. Essas avaliações iniciais, como isocinético e salto, servem para sabermos se o jogador está com algum déficit de força, e com esses dados em mãos, podemos elaborar o tipo de atividade que ele realizará na academia e no campo", explicou Avelino Buongermino, fisioterapeuta do Peixe.

Gustavo Pasquarelli, médico infectologista e diretor técnico do hospital Emílio Ribas, de Guarujá, falou sobre a palestra no gramado do CT Rei Pelé

"A conversa serviu mais para dar um apanhado geral sobre a doença aos atletas, explicando todos os detalhes sobre a transmissão de Covid-19 e tudo que é possível fazer para evitá-la. Eles vivem de um esporte que tem muito contato, então os cuidados precisam ser redobrados. Os atletas perguntaram muitas coisas sobre o dia a dia, o que fazer quando chegar em casa, se é necessário deixar os tênis na porta da residência, etc. A ideia foi ter um bate-papo com eles e acabou sendo muito produtivo", afirmou.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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