Script = https://s1.trrsf.com/update-1781903735/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Publicidade

Retorno de Serena coloca força familiar no centro das atenções de Wimbledon

23 jun 2026 - 12h12
Compartilhar
Exibir comentários

Por alguns dias, não se sabia ‌quem receberia o último convite do torneio individual feminino de Wimbledon, mas, na verdade, ele sempre esteve destinado à tenista norte-americana Serena Williams.

Assim que a tenista de 44 anos deixou claro que queria voltar à Quadra Central, onde já reinou, a decisão foi fácil para a comissão do All England Club, responsável por decidir quais ⁠jogadoras que não se classificaram automaticamente receberão um convite especial.

A 23 vezes campeã de Grand ‌Slam tornou-se a grande estrela indiscutível de um torneio no qual conquistou sete títulos de simples e seis de duplas ao lado da irmã Venus.

A busca da ‌número um do mundo, Aryna Sabalenka, pelo primeiro ‌título na grama sagrada, a defesa do título por Iga Swiatek e ⁠até mesmo a obsessão britânica por Emma Raducanu ficarão em segundo plano assim que Serena cruzar os portões.

Já se passaram quatro anos desde que Serena Williams perdeu na primeira rodada de Wimbledon para Harmony Tan e, semanas depois, fez uma saída emocionante do US Open, dizendo que estava se afastando do tênis.

O esporte evoluiu desde então ‌e novas forças se estabeleceram, mas nenhuma jogadora possui a aura da norte-americana cuja história — ‌assim como a de Venus, ⁠com quem ela ⁠formará dupla — transcendeu o esporte.

Antes de reaparecer no Queen's Club neste mês, nas duplas ao lado ⁠de Victoria Mboko, Serena citou o desejo ‌de que suas filhas pequenas, ‌Olympia e Adira, a vissem jogar.

Ela também afirmou, com razão, que não tinha nada a provar. Mas ninguém deve ter dúvidas de que Serena voltará a Wimbledon acreditando que ainda pode competir com as melhores.

Serena tem usado um medicamento ⁠para emagrecimento à base de GLP-1 que, segundo ela, a ajudou a perder 15 kg e a se sentir "melhor do que há anos".

Embora isso tenha gerado um debate sobre se esses medicamentos melhoram o desempenho e deveriam estar na lista de substâncias proibidas, o ex-número um do mundo ‌Andy Roddick disse que foi "exatamente o que ela deveria ter feito".

"É uma forma de evitar lesões enquanto treina da maneira que precisa", disse ele em seu podcast "Serve". "Isso ⁠fica mais fácil quando você tem a opção de estar quilos mais leve", acrescentou.

O retorno de uma verdadeira titã do tênis é um grande impulso tanto para os organizadores quanto para os fãs e executivos de TV.

Caso Serena finalmente iguale o recorde de Margaret Court de 24 títulos de Grand Slam em simples, nove anos após seu último título, isso rivalizaria com qualquer retorno esportivo da história.

Aconteça o que acontecer, será imperdível.

"É bastante ousado", disse esta semana a ex-número quatro do mundo Mary Joe Fernandez, que fará comentário para a ESPN. "Estou animada. Estou animada para ver como ela está jogando, como está se movimentando, como está o saque."

"É um testemunho notável da capacidade dela o fato de ter essa confiança de que consegue fazer isso. Se alguém é capaz, é a Serena", acrescentou.

Reuters Reuters - Esta publicação inclusive informação e dados são de propriedade intelectual de Reuters. Fica expresamente proibido seu uso ou de seu nome sem a prévia autorização de Reuters. Todos os direitos reservados.
Compartilhar
TAGS

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra