Parceira entre Sport e Kappa enfrenta problemas e desconfiança de parte da diretoria rubro-negra
Dificuldades operacionais, reclamações sobre abastecimento e incômodo na diretoria rubro-negra estão sendo os fatores problemáticos da relação entre clube e empresa.
A parceria entre o Sport e a Kappa, anunciada no início de 2026 como uma das principais movimentações comerciais do clube para os próximos anos, enfrenta dificuldades nos bastidores poucos meses após o início da operação.
De acordo com reportagem do NE45, a relação entre clube e fornecedora italiana passou por momentos de desgaste devido a problemas relacionados ao abastecimento de produtos, à variedade de itens disponíveis nas lojas oficiais e até ao fornecimento de materiais utilizados internamente pelo departamento de futebol.
O contrato entre as partes tem validade até 2030 e foi celebrado como um acordo estratégico para fortalecer a marca do Leão no mercado esportivo. Na época do anúncio, o clube destacou a expectativa de ampliar as vendas, diversificar produtos e oferecer um enxoval mais robusto para todas as categorias.
Problemas geraram cobranças internas
Segundo a apuração do NE45, o time pernambucano chegou a notificar a marca em algumas oportunidades para cobrar o cumprimento de demandas previstas contratualmente. O principal motivo das reclamações envolveu a dificuldade encontrada pelos torcedores para adquirir produtos oficiais e a lentidão em alguns processos operacionais da parceria.
Ainda de acordo com a reportagem, a situação provocou incômodo em setores da diretoria rubro-negra, especialmente porque a expectativa inicial era de uma adaptação mais rápida da nova fornecedora ao mercado pernambucano.
Apesar disso, fontes ouvidas pelo portal indicam que o cenário é considerado mais estável atualmente. A empresa teria conseguido acelerar alguns processos e atender com maior rapidez as demandas apresentadas pelo clube, reduzindo parte das insatisfações registradas nos primeiros meses do vínculo.
Acordo foi feito pelo ex-presidente do clube
Outro ponto destacado é que o contrato foi firmado ainda durante a gestão do ex-presidente Yuri Romão. A atual administração, comandada por Matheus Souto Maior, herdou o acordo já em andamento.
Inclusive, vale salientar que, por passar por dívidas durante todo o ano de 2025, a ex-diretoria leonina pediu um adiantamento das verbas que seriam pagas.
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