PUBLICIDADE
Logo do

Palmeiras

Meu time

Prass fala sobre os bastidores de sua chegada ao Palmeiras e do pênalti na final de 2015

13 mai 2021 18h29
| atualizado às 20h29
ver comentários
Publicidade

Um dos jogadores mais importantes da história recente do Palmeiras, Fernando Prass foi contratado pelo Palmeiras em 2013. Depois de vencer uma Copa do Brasil pelo Vasco, o goleiro chegou ao Verdão para disputar a Série B do Campeonato Brasileiro.

Em entrevista ao canal oficial do Palmeiras, Prass revelou detalhes sobre a sua transferência para o Palmeiras. De acordo com o goleiro, a contratação só aconteceu depois de uma ligação de um empresário para o Alviverde.

"Chegaram para mim quatro ou cinco propostas. Do Vitória, do Grêmio, do Coritiba e o Athletico Paranaense. O presidente do Coritiba foi ao Rio de Janeiro jantar comigo, o Alex estava voltando naquela época, conversei com ele. Eu tinha sido oferecido ao Vitória, que me disse o seguinte: 'a gente está dependendo da situação do Deola. Se a gente conseguir o reempréstimo do Deola, não vai precisar de um goleiro'", afirmou Prass.

"Então, esse empresário ligou para o Palmeiras e perguntou se iriam reemprestar o Deola. Perguntaram por que, e ele disse: "Porque estou com uma situação com um goleiro lá, mas depende da situação do Deola'. Então, perguntaram quem era o goleiro, e ele disse que era o Prass. 'Faz o seguinte, então: 'Traz o Prass para cá, e a gente empresta o Deola para o Vitória de novo'", completou.

Prass foi o responsável por bater o pênalti que garantiu o título da Copa do Brasil de 2015 ao Palmeiras. Apesar de ter cobrado com segurança, o goleiro garante que começou a treinar penalidades apenas por precaução.

"Eu treinei bastante. Na entrada do estádio, o Tico, auxiliar do Marcelo (Oliveira), me perguntou se eu bateria. Eu falei que sim, mas que não precisaria. Eu comecei a treinar pênalti porque no jogo Coritiba e Fortaleza os goleiros tiveram que bater, assim como em Botafogo e Fluminense. 'Imagina se um dia eu tenho que bater, nunca bati na vida'. Então, comecei a me preparar, mas por precaução", disse Prass.

"Quando chegamos na roda do final do jogo, vi muitos meninos, alguns jogadores com câimbra. Aí começou: 'Se precisar, tu bate?'. Chegou no meu nome, o Alecsandro falou: 'Bola ele de quinto', e eu disse que de quinto eu bateria, na esperança de não precisar bater. Era para ir um pouco mais para o meio, te confesso. Tirei um pouco da força, porque tinham escorregado e eu batia muito forte. O meu objetivo era colocar a bola lá dentro, e ela entrou, independentemente de como e onde", finalizou.

Ao todo, Prass disputou 268 partidas pelo Palmeiras. No clube palestrino, o goleiro conquistou a Série B de 2013, a Copa do Brasil de 2015 e o Campeonato Brasileiro nos anos de 2016 e 2018.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
Publicidade
Publicidade