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Nobre se nega a pôr dinheiro próprio no clube e minimiza patrimônio

25 jan 2013 - 12h22
(atualizado às 14h59)
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O Palmeiras hoje deve até três meses de direitos de imagem, maior parte do salário de muitos atletas, e essa situação deixa Paulo Nobre indignado. No entanto, o presidente se recusa a fazer como entre 2007 e 2009, quando foi vice-presidente e tirou dinheiro do bolso para organizar as finanças. O empresário, na verdade, avisa que é menos rico do que pensam.

O novo mandatário comandará o clube no biênio até 2014, com os objetivos de amortizar as dívidas do clube (estipuladas em R$ 160 milhões) e resgatá-lo da Série B do Campeonato Brasileiro
O novo mandatário comandará o clube no biênio até 2014, com os objetivos de amortizar as dívidas do clube (estipuladas em R$ 160 milhões) e resgatá-lo da Série B do Campeonato Brasileiro
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra

"Dizem que sou sócio majoritário do Itaú. Se eu tivesse 1% das ações do Itaú, o Real Madrid teria inveja do Palmeiras", argumentou o mandatário, sorrindo e avisando que, se tivesse a fortuna que imaginam, ajudaria o time de outra maneira. "Eu nem seria presidente, patrocinaria o clube com qualquer marca que eu teria", continuou.

Mas, independentemente do tamanho do patrimônio, ele não será aplicado no clube. "Não colocarei um centavo do meu patrimônio. Só colocarei a minha experiência profissional", assegurou, lamentando por já ter doado ao clube como dirigente. "Quando fui vice-presidente, me comprometi comigo mesmo a não colocar meu patrimônio pessoal e errei. Coloquei dinheiro para atraso de salário, de bicho, luvas, e isso é um erro", insistiu.

"O clube não pode, em hipótese alguma, ser refém do dirigente. Senão vem um dirigente muito rico, resolve todos os problemas e acaba comprando o clube. É errado. A instituição tem que sobreviver por ela mesma", indicou o novo presidente, ressaltando que os recursos para as reformas que promoveu há seis anos, como na Academia de Futebol, vieram de doações de "palmeirense ilustres".

Agora, Paulo Nobre não quer ficar marcado por nada, nem positivo nem negativo. O discurso é de colocar o clube nos trilhos, sem vaidade. "O Palmeiras precisa ter a cara do Palmeiras, não de um presidente ou de um dirigente", ensinou.

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