Abel Ferreira ironiza arbitragem e manda indireta a Anderson Daronco após jogo do Flamengo
O técnico do Palmeiras afirmou que voltaria a adotar a mesma postura de reclamações contra a arbitragem
O técnico do Palmeiras, Abel Ferreira, fez críticas à arbitragem de Anderson Daronco após o jogo entre Flamengo e Vitória, pelas oitavas de final da Copa do Brasil, disputado nesta quarta-feira, 22, no Maracanã. Sem citar o árbitro diretamente, o treinador demonstrou insatisfação com decisões tomadas na partida do rival.
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Abel afirmou que assistia ao confronto pela televisão e disse que, se estivesse no comando do Vitória, provavelmente teria sido expulso novamente por não conseguir conter as reclamações. O treinador chegou a ser punido com oito jogos de suspensão por expulsões recorrentes, pena posteriormente reduzida para sete pelo STJD.
“Há decisões que não se compreendem. Quem é apaixonado, trabalha sério e dedica muito tempo à sua profissão, quando vê coisas que não podem acontecer e que interferem naquilo que é o seu trabalho… essa foi a única razão pela qual fui expulso”, declarou.
Torcedores do Vitória reclamaram de ao menos três lances que poderiam resultar em cartões vermelhos durante a partida.
O treinador palmeirense já havia sido expulso por Daronco em um clássico contra o São Paulo, pelo Campeonato Paulista, em março. Na ocasião, acabou suspenso por seis jogos por desrespeito à arbitragem, punição que se somou a mais dois jogos referentes a uma expulsão anterior contra o Fluminense, totalizando oito partidas fora do banco.
Na súmula daquele confronto, o árbitro registrou a expressão “seu cagão” atribuída a Abel. Ao ser lembrado, durante a entrevista, de que se tratava do mesmo juiz, o treinador reagiu com ironia: “Ah, era?”, disse, gesticulando como se não soubesse.
Apesar de admitir que repetiria o comportamento recorrente de reclamações contra a arbitragem, Abel Ferreira reconheceu que as punições também serviram como aprendizado. “Independentemente do que eu possa dizer, há coisas que não vão mudar. E, como não posso mudar essas coisas, tenho que mudar eu. O aprendizado é exatamente esse”, concluiu.
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