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Marcos emociona torcida em discurso final: "nunca se esqueçam de mim"

12 dez 2012 - 00h26
(atualizado às 02h26)
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O amistoso de despedida de Marcos, entre Palmeiras de 1999 e Seleção Brasileira de 2002, terminou abruptamente com uma contagem regressiva: quando deu meia-noite no Pacaembu, em São Paulo, e o dia 12/12/12 entrou, o goleiro foi canonizado no ato final do megaevento em que se transformou seu último jogo. Em discurso no centro do gramado, emocionou a torcida e fez pedido final: “nunca se esqueçam de mim”.

Um dos maiores goleiros da história do Palmeiras, Marcos promoveu uma grande festa no Pacaembu
Um dos maiores goleiros da história do Palmeiras, Marcos promoveu uma grande festa no Pacaembu
Foto: Edson Lopes Jr. / Terra

Marcos foi cumprimentado pelos companheiros e depois assumiu o microfone. Agradeceu ao pai “por me ensinar a amar o futebol” e a mãe, “por me ensinar a amar o Palmeiras”. Aos irmãos “por serem meus primeiros treinadores”: foram eles que batiam bola com o goleiro no terreno ao lado da casa onde moravam em Oriente, no interior de São Paulo.

Agradeceu também aos patrocinadores do evento, aos jogadores que participaram do amistoso e a todos os técnicos, com citação especial para Luiz Felipe Scolari. “Agradeço muito ao torcedor do Palmeiras”, completou, já arrancando urros dos torcedores, além do constante grito de “p.. que pariu é o melhor goleiro do Brasil”.

“Todo mundo que começa no futebol sonha em alcançar o sucesso, em ter uma vida boa, e eu não fujo a isso. Mas o mais importante era conquistar o torcedor do meu time de criança, que era o Palmeiras”, discursou Marcos. “Hoje eu quero fazer um último pedido: não se esqueçam de mim, porque eu jamais vou me esquecer de vocês”, complementou, emocionando a todos.

O camisa 12 ainda deu uma volta olímpica no carrinho da maca, sendo exaltado. Provavelmente, poucos palmeirenses compareceram ao Pacaembu na noite de terça-feira esperando ver um último “milagre” de Marcos. O goleiro não joga desde dezembro de 2011, e em janeiro anunciou a aposentadoria. A despedida, no entanto, teve momentos de emoção, um duelo com Ronaldo e, para a festa da torcida, nenhum gol sofrido - Sergio estava defendendo a meta nos gols de Edílson e Luizão.

Antes da partida, Marcos havia brincado sobre a possibilidade de enfrentar o ex-atacante. “Fui na casa o Ronaldo e ele está fininho. E você vê pela TV e parece que ele ainda está gordão, não é?”, disse. O corintiano deu trabalho: bateu bolas da entrada da área e de dentro também, quase todas em lances com Rivaldo, o que lembrou muito o time pentacampeão mundial.

“O Ronaldo hoje está chutando só nos cantinhos. Está duro. Mas por enquanto está perto e dá pra pegar”, afirmou. A última defesa da carreira veio em falta da intermediária cobrada por Rivaldo, provavelmente uma defesa realmente difícil. O camisa 10 cobrou por baixo da barreira, mas Marcos caiu e agarrou em dois tempos. Depois disso foi jogar na linha com a certeza da missão cumprida, terminando de emocionar o torcedor palmeirense.

Fonte: Terra
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