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Gol do Paulinho rende premiação que paga 70% do que ele custou ao Palmeiras

Fifa oferece US$ 13,125 milhões (R$ 72,8 milhões) aos times que avançam às quartas de final do Mundial de Clubes

28 jun 2025 - 17h53
(atualizado às 17h55)
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O gol marcado por Paulinho na vitória por 1 a 0 sobre o Botafogo, na prorrogação das oitavas de final do Mundial de Clubes, rendeu ao Palmeiras uma premiação de valor equivalente a 70% do que a diretoria palmeirense pagou para contratá-lo.

O atacante custou US$ 18 milhões de dólares (cerca de R$ 115 milhões na cotação da época) ao clube, que vai receber US$ 13,125 milhões (R$ 72,8 milhões) por ter avançado às quartas de final, graças a bola colocada na rede por ele.

Paulinho entrou no final do segundo tempo, pois suas condições físicas não permitem que ele jogue uma partida inteira, e resolveu o jogo na prorrogação.

"Eu sabia que o jogo ia dar uma esfriada. A equipe deles cansou, assim como a nossa também deu uma abaixada na linha. Eu sabia que em algum momento a gente ia ter que precisar de alguma jogada, tanto de tabela, mas que fosse de mudança de ritmo. Que fosse mais lenta, mas que mudasse o ritmo em cima da hora. Eu fui feliz na jogada. Consegui pensar rápido e abrir uma boa jogada para finalizar", celebrou o jogador depois da partida.

Muita grana no bolso do Palmeiras

Somado ao que já acumulou desde o primeiro jogo do torneio, o Palmeiras chegou a US$ 39,83 milhões (R$ 218,2 milhões) em premiações.

A Fifa está destinando ao todo US$ 1 bilhão (R$ 5,5 bilhões) em premiações aos clubes que disputam o Mundial de Clubes. O montante é repartido entre cotas fixas de participação e bônus conforme o desempenho em campo. Cada vitória nos três jogos da fase de grupos garantiu US$ 2 milhões (R$ 11 milhões), enquanto empates renderam US$ 1 milhão (R$ 5,5 milhões).

De acordo com critérios estabelecidos pelo Conselho Técnico da Fifa, os times europeus recebem os maiores valores nas cotas fixas, variando entre US$ 12,81 milhões (R$ 71 milhões) e US$ 38,19 milhões (R$ 211,8 milhões). Já os representantes da África, Ásia e Concacaf asseguram US$ 9,55 milhões (R$ 52,9 milhões) cada, enquanto o clube da Oceania tem direito a US$ 3,58 milhões (R$ 19,8 milhões). Os sul-americanos, que representam a Conmebol, embolsam US$ 15,21 milhões (R$ 84,3 milhões) pela participação.

  • Clubes da Europa: US$ 12,81 milhões (R$ 71 milhões) e US$ 38,19 milhões (R$ 211,8 milhões);
  • Clubes da América do Sul: US$ 15,21 milhões (R$ 84,3 milhões)
  • Clubes da América do Norte: US$ 9,55 milhões (R$ 52,9 milhões);
  • Clubes da Ásia: US$ 9,55 milhões (R$ 52,9 milhões);
  • Clubes da África: US$ 9,55 milhões (R$ 52,9 milhões);
  • Clube da Oceania: US$ 3,58 milhões (R$ 19,8 milhões).

As fases eliminatórias também oferecem premiações significativas. A ida às oitavas de final rende US$ 7,5 milhões (R$ 41,6 milhões), enquanto a classificação para as quartas garante US$ 13,125 milhões (R$ 72,8 milhões). A chegada à semifinal assegura US$ 21 milhões (R$ 116,5 milhões). O segundo colocado recebe US$ 30 milhões (R$ 166 milhões), e o campeão fatura US$ 40 milhões adicionais (R$ 221 milhões).

  • Fase de grupos: US$ 2 milhões (R$ 11 milhões) por vitória e US$ 1 milhão (R$ 5,5 milhões) por empate;
  • Oitavas de final: US$ 7,5 milhões (R$ 41,6 milhões);
  • Quartas de final: US$ 13,125 milhões (R$ 72,8 milhões);
  • Semifinais: US$ 21 milhões (R$ 116,5 milhões);
  • Vice-campeão: US$ 30 milhões (R$ 166 milhões);
  • Campeão: US$ 40 milhões adicionais (R$ 221 milhões).
Estadão
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