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Abel se abre com portugueses em entrevista emotiva e espera 'mente leve' do Palmeiras no Mundial

Treinador se declara ao clube e valoriza competição antes da estreia: 'Nossa vontade é tanta de estar aqui que viríamos até a pé ou a nado'

15 jun 2025 - 21h02
(atualizado em 15/6/2025 às 10h05)
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EAST RUTHERFORD - Foi emocionada a coletiva de Abel Ferreira que antecede a estreia do Palmeiras no Mundial de Clubes. O treinador deu preferência a jornalistas portugueses, com os quais se abriu, se emocionou quando relembrou sua origem em Penafiel, no norte de Portugal, e afirmou que pensa há anos na competição, uma obsessão do clube.

O português fez mais um discurso de exaltação a Leila Pereira, com quem ele e os atletas formam, segundo o técnico, um "tripé mágico", e espera que os atletas tenham "mente leve" e "coração solto" para venceram a ansiedade na estreia contra o Porto, domingo, às 19h, no Metlife Stadium.

Solto e à vontade, Abel revelou que levou a biografia de José Mourinho para a lua de mel, mas a mulher não o deixou ler para falar sobre suas inspirações de seu país. "O Porto tem um espírito muito competitivo, mas, no geral, o futebol português tem esse espírito", falou ele, sobre o rival.

A repetida pergunta sobre a disparidade técnica e de investimento entre europeus e os demais clubes foi respondida pelo treinador com um lugar-comum para explicar que, na sua visão, o Porto tem tanta vantagem.

Ele é um dos poucos remanescentes que disputaram os últimos dois Mundiais, agora chamados de Intercontinental pela Fifa depois da criação do modelo ampliado da competição. Há, segundo o técnico, uma mescla equilibrada no elenco de jovens e experientes.

"Acho que temos uma boa mistura entre liderança e experiência e audácia e coragem. Dos dois Mundiais sobram poucos".

Leila Pereira tem o desejo de renovar com Abel e, possivelmente, vai conseguir fazê-lo assinar uma nova prorrogação de contrato, já que o português se se sente confortável no Palmeiras e tem, segundo ele, "a melhor presidente do mundo".

"Só há bons treinadores quando há boas estruturas, jogadores e presidentes. Temos uma relação extraordinária, esse tripé, que chamo de triângulo mágico (comissão técnica, jogadores e presidente), em que cada um sabe o que tem que fazer. Ela me exige, mas com respeito".

Estadão
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