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Brasília empurra Nigéria, mas vê "carrascos" avançarem

França supera a Nigéria e pode ser a adversária do Brasil na semifinal

30 jun 2014
14h56
atualizado às 16h37
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Com gritos de "Nigéria, Nigéria", os torcedores do Estádio Nacional Mané Garrincha apoiaram desde a entrada no gramado os jogadores africanos, mas não conseguiram evitar a derrota por 2 a 0 para a França, a maior carrasca do Brasil em Mundiais desde os anos 80.

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<p>Torcedor até se pintou para apoiar a Nigéria</p>
Torcedor até se pintou para apoiar a Nigéria
Foto: Leo Correa / AP

Com Michel Platini, a França eliminou a Seleção Brasileira na Copa de 1986, no México, nos pênaltis. Em 98, em casa, liderada por Zinedine Zidane, os “blues” atropelaram os brasileiros por 3 a 0, na decisão. O último encontro foi nas quartas de final de 2006, na Alemanha, e os franceses voltaram a vencer, desta vez por 1 a 0.

A única vitória dos brasileiros contra os franceses em Mundial ocorreu em 1958, na Suécia, quando Pelé levou a melhor diante de Just Fontaine na goleada por 5 a 2 pelas semifinais. Em seguida, a Seleção conquistaria o seu primeiro Mundial.

Para desespero dos mais supersticiosos, Brasil e França podem ser encontrar nas semifinais, no dia 4 de julho, em Belo Horizonte. No entanto, antes a equipe de Luiz Felipe Scolari precisa superar a Colômbia, e os franceses terão pela frente alemães ou argelinos, pelas quartas de final.

Na vitória sobre a Nigéria, os torcedores de Brasília apoiaram cada lance de ataque das “águias”. Um dos momentos de maior gritaria foi aos 18min do primeiro tempo, quando Emenike balançou as redes, mas o gol foi anulado por impedimento.

A torcida da França era minoria e se concentrava atrás de uma das metas do Mané Garrincha. O toque de bola francês não teve o mesmo desempenho dos jogos da primeira fase e ao mesmo tempo perseguido pelas vaias dos fãs.

Quando Pogba balançou as redes para os franceses aos 34min do segundo tempo, a torcida brasileira tentou apoiar os nigerianos nas suas atrapalhadas chances de ataque, porém não tiveram força para impedir o avanço da França.

Em seguida, chegou a frustração maior. Griezmann recebeu um passe pela direita e tocou para o fundo das redes para fechar o placar por 2 a 0 para os campeões de 1998. A Nigéria, por sua vez, voltou a bater na trave nas oitavas de final, fato que já ocorrera em 1994 e 1998.

"Não posso pedir por mais apoio do que tive hoje. O público foi maravilhoso em todos os jogos que atuamos por aqui. É como se houvesse duas equipes brasileiras na competição", disse o técnico nigeriano Stephen Keshi.

Fonte: Terra

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