Mais da metade de jogadores e dirigentes monitorados receberam mensagens ofensivas, diz Fifa
Segundo a Fifa, mais da metade dos 1.606 atletas e dirigentes monitorados por seu serviço de proteção sofreu abusos online, totalizando 812 vítimas. O racismo foi a principal ofensa discriminatória, chegando a 20% dos casos específicos. A análise de 17,1 milhões de publicações confirmou 240 mil mensagens hostis, resultando em 2.905 contas investigadas e 786 encaminhadas à polícia. Além disso, as ferramentas da entidade ocultaram 9,2 milhões de comentários em canais oficiais.
Mais da metade dos 1.606 jogadores, técnicos e dirigentes monitorados pelo Serviço de Proteção nas Redes Sociais (SMPS) da Fifa na Copa do Mundo de 2026 foram vítimas de abusos online, informou a Fifa nesta sexta-feira.
812 das 1.606 pessoas monitoradas receberam pelo menos uma mensagem classificada como abusiva.
O racismo foi a forma mais comum de abuso discriminatório, representando 12% do total de insultos e 20% quando excluídos os abusos de natureza geral.
A pessoa mais visada recebeu mais de 10.000 publicações abusivas, 40% delas racistas.
O SMPS analisou 17,1 milhões de publicações e comentários, dos quais cerca de 240 mil foram confirmados como abusivos após análise humana.
2.905 contas foram encaminhadas para investigação e 786 foram encaminhadas às autoridades policiais para análise.
A ferramenta de moderação analisou 60,7 milhões de comentários nos canais oficiais da Fifa e das federações membros e ocultou 9,2 milhões, incluindo spam.
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