Gilbert Durinho aborda fase na carreira e afasta 'pressão' por vitória
Neste sábado (18), Gilbert Durinho enfrentará Mike Malott na luta principal do UFC Winnipeg com uma única missão: vencer.
Neste sábado (18), Gilbert Durinho enfrentará Mike Malott na luta principal do UFC Winnipeg com uma única missão: vencer. Mas não apenas conseguir uma vitória, mas também de ter que encerrar uma série de quatro derrotas seguidas no Ultimate.
Uma sequência incômoda para um lutador que tem sido uma das atrações da divisão dos meio-médios e sempre candidato a buscar a briga pelo cinturão da categoria. E, chegando neste ano aos 40 anos, uma 'pressão' para obter o resultado positivo e encerrar qualquer dúvida sobre a direção de sua carreira existem de alguma forma
Para Durinho, porém, tal 'pressão' não deverá governar qualquer estratégia para tentar obter a vitória sobre Malott. Em entrevista ao MMAFighting, o brasileiro afirmou que o momento é de retomada da confiança para poder se reabilitar e pensar novamente em galgar posições no ranking do UFC.
- Tenho que vir para essa luta sem pressão. Claro que a pressão existe, eu tenho que vencer. Eu tenho que estar lá, já vejo estar lá e sentir aquela sensação de 'deja vu', porque a última vez não foi boa e as últimas vezes não foram boas. Tanto que eu fiz uma pausa depois da luta contra o Michael Morales, precisei me recuperar e ficar com a minha família - disse o lutador.
- Quando voltamos, conversei com o meu time e sei que ainda posso fazer isso, mas a gente tinha que mudar algumas coisas. Tenho que retomar a minha confiança, e isso foi a prioridade no camp. É retomar a confiança e entrar lá relaxado - completou.
Por conta do momento na carreira da série de derrotas, todas estas para lutadores do topo do ranking da categoria, as dúvidas sobre o futuro ficam em aberto. Gilbert Durinho não pensa neste momento em começar a cogitar sua aposentadoria, preferindo colocar o seu melhor para a luta deste sábado e, só depois, cogitar o que vem depois.
- Treinei demais para essa luta, não deixei nada para trás. Coloquei tudo de mim (nos treinos), fazendo sparring com caras bons. Grappling, wrestling, trocação, tudo o que eu posso para lugar. Eu sei que, quando chegar a luta, eu estiver relaxado, sabendo que há uma pressão, mas que tudo bem, eu estou aqui… É entrar no octógono, me sentir ali dentro, deixar a pressão ir embora, passar aquele primeiro minuto e me sentir em casa. Então, eu sei que posso vencer - afirmou o brasileiro.
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