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Conor McGregor dá detalhes sobre seu futuro no UFC: "Tenho duas datas"

Em julho, Conor McGregor enfrentará Max Holloway na luta de seu retorno ao UFC após quase cinco anos longe da ação

17 jun 2026 - 01h04
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Foto: Reprodução/Instagram Conor McGregor / Esporte News Mundo

Em julho, Conor McGregor enfrentará Max Holloway na luta de seu retorno ao UFC após quase cinco anos longe da ação. Uma luta que não deverá ser, no planejamento do irlandês, a única que fará neste seu reencontro com o octógono.

O 'Notorious' deu entrevista ao Yahoo Sports e revelou que seu atual contrato com o Ultimate prevê ainda mais duas lutas, a primeira sendo o duelo contra Holloway, este pelo UFC 329. A segunda, de acordo com o lutador, também está marcada, mas deverá demorar um pouco mais para ser concretizada: apenas em abril de 2027.

- Agora, estou com meu contrato, e tenho duas lutas marcadas. A primeira em 11 de julho (data do UFC 329), e a outra… sabe quando eles me disseram que me colocariam? Em abril de 2027. Quase um ano depois! É ridículo, mas foi como fizeram o contrato - disse McGregor.

Tal contrato não era o desejo de Conor McGregor, que manifestou-se favorável a tentar lutar mais uma vez ainda em 2026 antes de uma luta no próximo ano. No entanto, pode ser que o lutador possa não conseguir convencer o UFC a lhe dar a tal luta e sair do plano ao qual teria colocado para o irlandês neste final de acordo.

- Não me importo quem será o rival. Me deem uma data até o fim do ano. Em julho e no fim do ano. Aí um outro contrato. E, depois, em abril. Quantas semanas tem em um ano? 52. Então 52 lutas, uma por semana. Quero chegar lá, e espero poder chegar - afirmou o astro,

McGregor também falou sobre as negociações do acordo para voltar a lutar pelo UFC. Ainda que admita que o contrato não tenha sido nos termos aos quais queria, o 'Notorious' disse que tudo chegou a um ponto em comum entre ele e a empresa para que sua volta ao octógono e o cumprimento de seu vínculo fosse devidamente feito.

- Não foi difícil chegar a um acordo. Chegamos em um denominador comum. Foi o que eu queria? Não foi. Foi o que eles queriam oferecer ou acabaram oferecendo? Não. A gente chegou em um denominador comum. Sou um negociador justo, e é assim que trabalho. Amo o UFC e gostaria de continuar - disse.

Esporte News Mundo
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