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Nuzman faz carta na prisão e se afasta da presidência do COB

Dirigente, que foi preso na última quinta-feira, enviou comunicado ao órgão; Comitê convocou assembleia para discutir a questão na próxima quarta

7 out 2017
16h27
atualizado às 16h40
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Preso desde a última quinta-feira sob a suspeita de compra de votos para o Rio de Janeiro ser escolhido como sede dos Jogos Olímpicos de 2016, Carlos Arthur Nuzman enviou uma carta - confeccionada dentro da prisão - à cúpula do Comitê Olímpico do Brasil (COB) solicitando seu afastamento.

Nuzman é suspeito de participar de esquema de compra de votos na Rio-2016 (Foto: MAURO PIMENTEL / AFP)
Nuzman é suspeito de participar de esquema de compra de votos na Rio-2016 (Foto: MAURO PIMENTEL / AFP)
Foto: LANCE!

Em seu site oficial, o COB convocou, neste sábado, a Assembleia Geral Extraordinária. A reunião ocorrerá na quarta-feira, na sede da entidade no Rio de Janeiro. Os representantes das confederações esportivas discutirão a punição do Comitê Olímpico Internacional (COI) ao COB, congelando a verba repassada à entidade brasileira, além da carta de Nuzman.

Existe a possibilidade de o afastamento do atual presidente culminar em uma renúncia. Desde o dia da prisão de Nuzman, o COB está sob o comando de Paulo Wanderley Teixeira. O COI exigiu que o COB afastasse Carlos Arthur de suas funções, mesmo sua prisão sendo temporária (por cinco dias).

LANCE!

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