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Atletas e times da NFL se unem após declarações de Trump

Pedindo que os atletas que se ajoelhassem durante o hino americano fossem demitidos de seus clubes, Trump teve resposta neste domingo

24 set 2017
16h24
atualizado às 18h45
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Jogadores do New Orleans Saints sentados durante o hino nacional
Jogadores do New Orleans Saints sentados durante o hino nacional
Foto: Reuters

Após pedir para que todos os atletas que se ajoelharem durante a execução do hino nacional americano - como sinal de protesto - fossem demitidos de seus clubes, o presidente Donald Trump viu, neste domingo, mais manifestações.

Neste domingo, através das redes sociais, Trump pediu para os torcedores não comparecerem aos estádios.

"Se os torcedores da NFL se recusarem a ir em jogos até os atletas pararem de desrespeitar a bandeira e o país, você verão mudanças acontecerem rapidamente. Demissão ou suspensão", escreveu em seu Twitter.

Antes e durante as partidas da terceira rodada da NFL, que iniciou na última quinta-feira, mais atletas aderiam a onda de manifestações. No jogo entre Jacksonville Jaguars e Baltimore Ravens, por exemplo, todos os jogadores se ajoelharam. O dono dos Jaguars, Shan Khan, que chegou a doar um milhão de dólares durante a campanha de Trump, também aderiu ao movimento.

Jogadores do New Orleans Saints sentados durante o hino nacional
Jogadores do New Orleans Saints sentados durante o hino nacional
Foto: Reuters

Já os atletas do Pittsburgh Steelers avisaram que não irão à campo para a realização do protocolo. O dono no New England Patriots e amigo pessoal do presidente, Robert Kraf, se pronunciou sobre o tema.

"Não existe um jeito maior de unificar este país do que pelo meio do esporte e, infelizmente, nada mais divisor do que a política".

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