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Rodrigo Pessoa fará 7ª Olimpíada e igualará recorde do País

Após ficar fora dos Jogos do Rio, cavaleiro estará ao lado de Luiz Francisco Azevedo, Marlon Zanotelli e Yuri Mansur na equipe brasileira

5 jul 2021 11h39
| atualizado às 14h27
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A equipe brasileira de salto para a Olimpíada de Tóquio-2020 foi definida nesta segunda-feira pela Confederação Brasileira de Hipismo. A comissão técnica escolheu Luiz Francisco Azevedo, Marlon Zanotelli, Rodrigo Pessoa e Yuri Mansur para representar o País no Japão. Após ficar fora da última Olímpiada, Rodrigo Pessoa, aos 48 anos, participará de sua sétima edição nos Jogos Olímpicos, um recorde que somente o velejador Robert Scheidt e a jogadora de futebol Formiga estão alcançando entre atletas brasileiros na história da competição.

Rodrigo Pessoa fará história ao participar, em Tóquio, de sua sétima Olimpíada
Rodrigo Pessoa fará história ao participar, em Tóquio, de sua sétima Olimpíada
Foto: Federico Pestellini/Reuters

O Time Brasil de salto no hipismo terá o suíço Philippe Guerdat como técnico e Pedro Paulo Lacerda como chefe de equipe. As competições se iniciam no dia 3 de agosto, data do qualificatório individual desta categoria do hipismo, que reunirá 75 participantes.

Parisiense de nascença, o filho do renomado cavaleiro Nelson Pessoa tem a chance de ampliar seu rol de títulos. Além da medalha de bronze em saltos por equipe em Atlanta-1996 e Sydney-2000, Pessoa ganhou o ouro em Atenas-2004, desta vez na categoria saltos individual. Já nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, em 2011, o brasileiro levou a prata por equipe para casa.

Nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, seu cavalo, Rufus, testou positivo no exame antidoping para a substância proibida em animais, nonivamida. Com isso, o quinto lugar que conseguiu no salto individual foi desconsiderado. Além disso, o cavaleiro recebeu uma suspensão de 135 dias e uma multa de 1.285  euros (cerca de R$ 7.733).

Pela primeira vez, as equipes contarão com quatro atletas no hipismo. Diferentemente do que ocorreu em edições anteriores dos Jogos Olímpicos, serão três titulares e um reserva, que pode ser escalado após o início da competição. A disputa por equipes também foi alterada, já que os três resultados serão computados, sem descarte. No passado, quatro conjuntos competiam e havia o descarte do pior resultado a cada rodada. Outra mudança é que a final por equipes ficou marcada para depois da disputa individual.

 

Estadão
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