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Presidente do Grêmio se recusa a falar em possível saída de Felipão: "Não é o momento disso"

10 out 2021 20h29
| atualizado às 20h29
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Romildo Bolzan, presidente do Grêmio, não quis falar sobre uma possível saída do técnico Felipão. O Grêmio saiu novamente derrotado no Brasileirão, dessa vez para o Santos, na Vila Belmiro.

"Nós acabamos de fazer a roda, nos reunimos no vestiário, cada um fez sua manifestação e o ambiente é de decepção. Claro que por mais que seja uma matéria que possa interessar a vocês, jornalisticamente falando, esse não é o momento de falar disso (saída de Felipão). Não temos que falar disso. Estamos machucados, doídos, tristes. Não é uma pauta do nosso interesse, vamos viajar para Fortaleza buscando reverter essa situação", disse o presidente em entrevista coletiva.

Na sequência, o presidente deu a entender que acredita no trabalho da comissão técnica e valorizou os jogadores do elenco. "Eu acredito no grupo de jogadores, vi hoje uma partida de entrega, principalmente no segundo tempo. Vi honra, dignidade, vi homens dispostos, que estavam a fim de vencer. Quando a ente vê certos requisitos, a gente acredita (na sequência do trabalho). E eu acredito muito. Acredito que vamos nos recuperar, mesmo que seja um desafio enorme, mesmo nesse momento de questionamento", disse Bolzan.

"Eu, como torcedor, gostaria de estar vencendo, então não tenho prazer em ver o time jogar. Vencer é fundamental, mesmo quando você joga mal. O Grêmio não tem feito partidas para ser derrotado, é bom que se diga isso. Algumas situações aconteceram e não foram justas, outras derrotas foram. Perdemos ponto bobos e não posso estar contente com isso. Como torcedor fico angustiado", ponderou.

O presidente do Imortal também falou sobre as fortes cobranças da torcida em relação aos últimos resultados da equipe. "De fato nesses últimos quatro, cinco meses estamos em uma posição que não corresponde à expectativa de ninguém. O torcedor tem que estar indignado, eu também sou torcedor e tenho que entender que apenas temos reações diferentes. Minha situação é de dirigente, temos que organizar, recuperar o que temos que recuperar. E o torcedor se manifesta naturalmente, tem sua opinião, sua visão. O clube já deu muito para o torcedor e agora é um momento de constrangimento. Muitas críticas procedem, e temos que baixar a cabeça e trabalhar. Fazer nossos diagnósticos e vamos em frente. A primeira pessoa que merece nosso respeito é o nosso torcedor, devemos satisfação a eles no que envolve o Grêmio", finalizou.

Com a derrota para o Santos, o Grêmio ficou na 19ª posição do Campeonato Brasileiro, com apenas 23 pontos. O próximo compromisso da equipe é contra o Fortaleza, fora de casa, quarta-feira.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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