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Grêmio descarta programação especial para Diego Souza após coronavírus

Meia vai realizar os mesmos treinos físicos dos demais jogadores do elenco

26 mai 2020
19h58
atualizado às 19h58
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Por ter contraído o coronavírus, o meia-atacante Diego Souza só retomou a rotina de treinos no Grêmio na última segunda-feira, um atraso de três semanas em relação aos demais atletas do elenco. Porém, a comissão técnica optou por não definir uma programação de trabalhos diferenciada para ele.

Nesse primeiro momento, a ideia é que Diego Souza realize os mesmos treinos físicos dos demais jogadores. Posteriormente, então, passará por avaliação que definirá se ele terá de passar por atividades específicas, como explicou o preparador físico Márcio Meira.

"A gente pensou em começar desde o início, como todos fizeram, até que ele alcançasse o nível que os demais estão. Só que poderia ficar muito difícil para ele, treinar sozinho. O Diego já vem de uma quarentena... Então é melhor que ele se junte ao grupo, entre no trabalho geral e, ao final, a gente veja o que ainda falta para ele, para fazer trabalhos individuais. Por enquanto eu prefiro que ele trabalhe com o grupo, mesmo estando um pouco atrás em termos de tempo, resistência, números, frequência. Isso é mais fácil de eliminar depois, do que fazer desde o início, em um ritmo diferente", justificou.

Com Diego Souza integrado aos três grupos que treinam pela manhã no CT Luiz Carvalho, o Grêmio deu sequência aos trabalhos básicos, focados em força e capacidade aeróbia. O planejamento da comissão técnica é que em junho as atividades sejam ouras, direcionadas aos movimentos e situações de jogos.

Nesta terça-feira, o elenco fez uma reavaliação com o fisiologista Marco Aurélio Melo, para observar a evolução em relação aos testes feitos na primeira semana de treinos. Depois, com os preparadores físicos, divididos em seis estações, os atletas fizeram trabalhos com e sem bola, individualmente e sem interação, de acordo com as normas de distanciamento para evitar a propagação do coronavírus.

Estadão
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