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Torcedor do Napoli é suspenso por 5 anos após confusão

6 mai 2014 - 14h20
(atualizado às 15h27)
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O torcedor do Napoli Gennaro di Tommaso foi condenado a não participar de eventos esportivos por cinco anos, por ter vestido uma camisa em que pedia a libertação de outro 'ultra', violentos torcedores organizados, preso por assassinar um policial, durante a final da Copa da Itália, vencida no sábado pela equipe do sul do país.

Jogadores negociam com torcedores na final da Copa da Itália:

A medida foi anunciada nesta terça-feira pelo ministro do Interior da Itália, Angelino Alfano, que ainda revelou que o 'Genny, a carogna' ("Genny, o carniça", em livre tradução), foi denunciado por estimular a violência.

No sábado, por causa de incidentes envolvendo torcedores dentro e fora do Estádio Olímpico, em Roma, antes do jogo, em que três torcedores foram baleados, o clima de tensão atrasou o apito inicial em 45 minutos.

Em meio a discussão se a partida começaria ou não, o capitão do Napoli, o meia eslovaco Marek Hamsik se dirigiu ao setor da arquibancada onde estavam os 'ultras' da equipe, para conversar com Gennaro di Tommaso, enquanto dezenas de sinalizadores e rojões eram lançados contra jornalistas.

Depois disso, os integrantes da federação italiana de futebol fizeram o mesmo trajeto e após o aval do torcedor, a partida enfim começou. No campo, o Napoli venceu por 3 a 1 e ficou com a taça.

A imprensa italiana publicou detalhes sobre a identidade do torcedor, revelando que Di Tommaso é filho de um dos principais líderes da 'Camorra', a máfia napolitana. Durante o jogo, a camisa que ele usava pedia liberdade de (Anthony) Speziale.

O 'ultra' do Catania é acusado de causar a morte do policial Filippo Raciti, durante clássico da Sicília entre a equipe e o Palermo, no estádio Angelo Massimino, em fevereiro de 2007.

Com a medida anunciada nesta terça-feira, Di Tommaso não poderá entrar no estádio já na partida entre Napoli e Cagliari, que acontece logo mais, pelo Campeonato Italiano.

Para a partida, havia mobilização da torcida da equipe do sul, e os 30 mil torcedores utilizariam camisa com a mensagem a favor de Speziale. O ministro italiano, no entanto, garantiu que "todos" os 'ultras' que se apresentarem assim no estádio San Paolo, receberão a mesma pena.

EFE   
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