SBT oferece R$ 150 milhões para ter direitos da Copa do Brasil
Emissora apresentou proposta para adquirir direitos da competição entre 2027 e 2030; CBF negocia novo ciclo de transmissão com várias empresas
O SBT ofereceu R$ 150 milhões para transmitir a Copa do Brasil na TV aberta entre 2027 e 2030. A proposta integra a disputa pelos direitos do torneio, que também atrai Globo, ESPN e Amazon, além de sondagens a Record, TNT Sports e Paramount. A CBF negocia diferentes formatos de distribuição entre TV aberta, fechada e streaming, e tem a expectativa de arrecadar até R$ 1 bilhão por ano com o novo ciclo. A divisão oficial das transmissões ainda não foi definida pela entidade esportiva.
O SBT apresentou uma proposta de R$ 150 milhões para voltar a transmitir a Copa do Brasil na televisão aberta. A emissora quer adquirir os direitos da competição para o período entre 2027 e 2030. As informações são da coluna Outro Canal, do F5, da "Folha de S.Paulo".
A proposta faz parte da disputa pelo novo ciclo de transmissão do torneio. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) negocia os direitos para os próximos quatro anos e avalia diferentes formatos de distribuição entre emissoras e plataformas.
O SBT, por sua vez, busca garantir novamente espaço na competição depois de ter exibido a Copa do Brasil em ciclos anteriores. A emissora também ampliou sua presença no futebol nos últimos anos e transmitiu a Copa do Mundo de 2026.
Além do SBT, outras empresas demonstraram interesse nos direitos. A Globo apresentou proposta para continuar com a competição, enquanto ESPN e Amazon também participam das negociações. A CBF ainda procurou Record, TNT Sports e Paramount.
Expectativa de R$ 1 bilhão com a venda dos direitos
A entidade pretende, inclusive, aumentar significativamente a arrecadação com o próximo contrato. A estimativa mais otimista aponta para uma receita de até R$ 1 bilhão por ano com a venda dos direitos da Copa do Brasil, valor superior ao montante atualmente recebido.
Nesse cenário, a proposta do SBT representa uma tentativa de garantir um pacote específico da competição na televisão aberta. O modelo em discussão prevê a divisão dos direitos entre diferentes parceiros, o que pode ampliar a quantidade de empresas envolvidas nas transmissões.
Por enquanto, porém, a CBF ainda não definiu quais empresas ficarão com cada pacote. As negociações devem determinar a distribuição dos jogos entre televisão aberta, TV por assinatura e plataformas digitais para o ciclo de 2027 a 2030.
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