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Palmeiras, Flamengo e Botafogo enfrentam adversários na Libertadores que marcaram títulos

São Paulo e Internacional não têm memórias positivas dos duelos mais recentes contra seus adversários das oitavas de final do torneio continental

12 ago 2025 - 17h11
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As oitavas de final da Libertadores começam nesta terça (12) e reservam confrontos com memória de glórias eternas nos campeões dos últimos anos. Quatro dos oito duelos definidos pelo sorteio trazem à tona jogos que foram parte do caminho de campanhas que culminaram em título continental.

Botafogo x LDU

Começando pela última edição, o atual campeão iniciou a fase de grupos da Libertadores 2024 com duas derrotas seguidas, o que acendeu um alerta para uma possível eliminação precoce. A segunda delas para a LDU marcou a estreia do técnico Artur Jorge no comando do time carioca. Na altitude, 1 a 0 para os equatorianos. Dali em diante, o conjunto alvinegro arrancou para o título com três vitórias seguidas e um empate. No segundo confronto, 2 a 1 para o Botafogo com gols de Hugo e Júnior Santos, artilheiro daquela edição.

Na sequência da campanha, os cariocas ainda derrubaram Palmeiras, São Paulo e Peñarol, todos fora de casa, até a decisão contra o Atlético-MG em Buenos Aires.

Flamengo x Internacional

Naquela altura, em agosto de 2019, começava a tomar forma o Flamengo de Jorge Jesus. Ainda desconhecido no futebol brasileiro, o técnico português chegou um mês antes do duelo e foi responsável por uma das campanhas mais notáveis da competição.

Na ocasião, o clube rubro-negro colecionava consecutivos traumas em competições sul-americanas. O Flamengo não chegava nas quartas desde 2010 e estava há 35 anos sem saber o que era uma semifinal.

Na partida de ida, com prevalência do fator Maracanã e certa imposição, 2 a 0 para o Flamengo com dois gols de Bruno Henrique. Na volta, os colorados até buscaram diminuir a diferença no agregado mas no fim da partida, após excelente roubada de Arrascaeta e um contra-ataque letal, Gabigol colocava fim ao jejum rubro-negro na competição rumo ao título daquele ano.

Palmeiras x Universitario

Como de praxe, o Palmeiras não costuma dar brecha na fase de grupos da Libertadores. Ao todo, as equipes já se enfrentaram seis vezes pela competição e o retrospecto é amplamente favorável aos paulistas, que venceram cinco jogos.

Na edição de 2021 da Libertadores, logo na primeira rodada Universitario e Palmeiras se enfrentaram em Lima. O time alviverde abriu boa vantagem no placar com 2 a 0, mas viu os donos da casa igualarem o marcador já na reta final. Então, o "pacto" foi ativado, e os palmeirenses chegaram ao gol da vitória no acréscimo com gol do zagueiro Renan.

No último confronto do duelo, o Palmeiras aplicou impiedosos 6 a 0 contra os peruanos, que na ocasião se tornou a maior goleada do clube na história da Libertadores. Viña, Zé Rafael, Gustavo Gomez, Willian Bigode e Rony (2x) selaram a vitória rumo à fase de mata-mata que resultaria no bicampeonato consecutivo de Abel Ferreira e seus comandados do Palmeiras.

Atlético Nacional x São Paulo

A semifinal da Libertadores 2016 marca a última melhor campanha de ambas as equipes. Apesar da década de poucos títulos, o time tricolor, empurrado pela força da camisa e da torcida, voltava à sonhar com os anos de glória em busca do tetracampeonato.

Por outro lado, o Nacional de Medellín, campeão em 1989 e vice em 1995, fazia sua melhor campanha dos últimos 20 anos. A equipe colombiana voltou a se destacar no cenário sul-americano com um elenco que contava com Franco Armani, Alejandro Guerra e Miguel Borja.

Borja comemora seu gol durante jogo entre São Paulo e Atlético Nacional, no Morumbi.
Borja comemora seu gol durante jogo entre São Paulo e Atlético Nacional, no Morumbi.
Foto: JF Diorio/Estadão / Estadão

Na partida da ida, o Atlético Nacional não tomou conhecimento de um Morumbi lotado com mais de 60 mil pessoas: com dois gols de Borja nos minutos finais do segundo tempo, os colombianos levaram uma confortável vantagem para decidir a vaga no Atanásio Girardot.

Na volta em Medellín, Calleri, artilheiro daquela edição, até elevou as esperanças do tetra com um gol logo no início do primeiro tempo. No entanto, o carrasco do duelo, Borja, marcou mais duas vezes, levando à virada por 2 a 1 e classificando os colombianos para a final. A inesperada decisão contra o Independiente del Valle do Equador colocou os comandados de Reinaldo Rueda no topo da América depois de 27 anos.

Estadão
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